Tray ou Yampi: comparativo para não errar na escolha da sua plataforma de e-commerce

Tray e Yampi atendem perfis diferentes de lojistas. Enquanto a Yampi costuma ser indicada para operações mais simples e focadas em vendas diretas, a Tray oferece uma estrutura mais completa para negócios que desejam integrar marketplaces, automatizar processos e escalar a operação.
Jovem empresária anota atentamente as sua dúvidas enquanto olha para tela do seu notebook

Principais tópicos

Escolher entre Tray ou Yampi pode gerar dúvidas porque as duas plataformas atendem necessidades diferentes.

Enquanto a Yampi costuma ser escolhida por operações focadas em agilidade e vendas diretas, a Tray oferece uma estrutura mais robusta para lojistas que desejam integrar canais, automatizar processos e crescer com segurança.

Antes de comparar as plataformas, vale entender quais critérios realmente influenciam essa decisão.

Recursos disponíveis, integrações, facilidade de uso, capacidade de crescimento, custos totais da operação, qualidade do suporte e compatibilidade com o modelo de negócio costumam ser alguns dos fatores mais importantes na escolha de uma plataforma de e-commerce.

Neste artigo, compare recursos, custos, integrações e descubra qual plataforma faz mais sentido para o seu negócio.

Tray ou Yampi: visão geral

Quando alguém pesquisa sobre Tray ou Yampi, normalmente busca entender qual plataforma de e-commerce oferece a melhor estrutura para o seu momento de negócio.

Embora ambas permitam criar uma loja virtual, elas atendem necessidades diferentes. A Tray é mais indicada para empresas que desejam integrar marketplaces, automatizar processos e crescer com uma operação centralizada.

Já a Yampi costuma ser escolhida por negócios que priorizam rapidez na implementação e foco em vendas diretas.

Em resumo, a Tray tende a atender melhor operações que buscam escala e gestão mais completa, enquanto a Yampi costuma fazer mais sentido para lojas que desejam começar de forma mais simples e focada em conversão.

Conheça a Tray

A Tray funciona como uma base completa para o e-commerce. Além da loja virtual, a plataforma reúne recursos para gestão de pedidos, controle de estoque, integração com marketplaces, ERPs, meios de pagamento, soluções logísticas e aplicativos, reduzindo a necessidade de utilizar diversas ferramentas separadas.

Isso significa que você não depende de várias ferramentas externas para fazer o negócio rodar. Esse tipo de estrutura faz sentido para quem já pensa em crescimento.

Conforme o volume de vendas aumenta, a plataforma continua acompanhando sem travar a operação.

“Ao acompanhar milhares de operações de e-commerce ao longo dos anos, percebemos que um dos maiores desafios das lojas em crescimento é manter estoque, pedidos, logística e marketplaces sincronizados. Por isso, escolher uma plataforma preparada para escalar desde o início costuma reduzir retrabalho e facilitar a evolução da operação.”

Thiago Mazeto, Diretor da Tray

Conheça a Yampi

A Yampi segue um caminho mais direto. Ela facilita a criação da loja e tem um foco grande em performance de vendas, principalmente no checkout.

Um dos principais diferenciais da plataforma é o checkout otimizado, bastante utilizado por operações focadas em vendas diretas (D2C) e campanhas de mídia paga.

Muitos lojistas usam a Yampi junto com estratégias de tráfego pago, onde a ideia é vender rápido e validar produtos. A operação tende a ser mais simples.

Em compensação, algumas partes do negócio acabam dependendo de ferramentas externas, já que a plataforma não cobre toda a gestão de forma tão ampla.

Tray ou Yampi: qual escolher?

A Yampi costuma ser mais indicada para lojistas que desejam validar produtos rapidamente e operar com foco em vendas diretas. A Tray tende a atender melhor empresas que buscam crescimento sustentável porque reúne recursos nativos para gestão de estoque, pedidos, integrações com marketplaces, logística e automações, reduzindo a necessidade de utilizar diversas ferramentas externas.

Comparativo entre as plataformas

Agora começa a parte mais prática da análise. Nos próximos tópicos vamos entender, ponto a ponto, como cada plataforma se comporta no dia a dia. Confira!

Facilidade de uso

A experiência de uso muda bastante entre as duas. Na Tray, o painel traz mais opções e mais caminhos.

Isso exige um pouco mais de adaptação no início, principalmente para quem nunca operou um e-commerce com gestão mais completa.

Em contrapartida, depois que você entende a lógica, consegue controlar melhor o que está acontecendo na loja. Na Yampi, o processo tende a ser mais direto.

A configuração inicial flui rápido e a navegação é mais simples, o que facilita para quem quer começar sem precisar aprender muitos detalhes logo de cara.

Recursos e funcionalidades

Aqui entra uma diferença importante. A Tray concentra funções dentro da própria plataforma.

Cadastro de produtos mais detalhado, controle de pedidos, gestão de clientes e outras rotinas ficam centralizadas, o que reduz a necessidade de montar uma estrutura paralela.

Na Yampi, parte dessas funções não está tão aprofundada dentro da plataforma. Isso leva o lojista a complementar a operação com outras ferramentas, dependendo do que precisa fazer no dia a dia.

Integrações e ecossistema

A forma como cada uma se conecta com o restante da operação também muda bastante.

A Tray possui integração com marketplaces, ERPs, gateways de pagamento, transportadoras, soluções de logística e diversas aplicações disponíveis em seu ecossistema, permitindo centralizar diferentes processos da operação em uma única plataforma.

Isso cria um ambiente mais conectado, onde as informações circulam com menos intervenção manual. A Yampi trabalha mais com integrações externas para expandir funcionalidades.

Isso funciona bem em operações mais enxutas, mas exige mais atenção na hora de montar e manter esse conjunto de ferramentas funcionando junto.

Checkout e conversão

Esse é um dos pontos mais sensíveis na decisão.

A Tray oferece um checkout completo, que atende bem a operação e garante consistência no processo de compra.

Ele funciona dentro de uma estrutura mais ampla, focada em estabilidade e continuidade da jornada do cliente.

A Yampi se destaca justamente aqui. O checkout transparente e otimizado é um dos principais focos da plataforma e costuma ser um diferencial para operações que trabalham principalmente com campanhas de tráfego pago e vendas diretas.

Escalabilidade

Pensar em crescimento muda totalmente essa análise. A Tray foi construída para suportar aumento de volume, mais pedidos, mais canais e mais complexidade operacional.

Isso acontece porque a plataforma reúne recursos de gestão, integrações e automações capazes de acompanhar operações que passam a vender em diferentes canais sem necessidade de trocar de sistema.

Conforme o negócio cresce, a plataforma continua acompanhando sem exigir mudanças estruturais. A Yampi costuma oferecer uma curva de aprendizado menor para quem deseja iniciar rapidamente uma operação de vendas diretas. Já a Tray tende a oferecer vantagens conforme a operação cresce e passa a exigir mais integrações e controle operacional.

A medida que o volume aumenta ou a operação fica mais complexa, pode surgir a necessidade de ajustes ou até mudanças na estrutura utilizada.

Taxas e custos

Na Tray, existe uma mensalidade e possíveis custos adicionais conforme o plano e os recursos utilizados. Em troca, boa parte da estrutura já está incluída, o que reduz a necessidade de contratar várias ferramentas separadas.

Na Yampi, o custo inicial pode parecer menor. Porém, conforme a operação cresce e surgem necessidades adicionais, o uso de ferramentas externas pode aumentar o custo total.

Ao analisar o custo-benefício, vale considerar não apenas o valor da assinatura, mas também a necessidade de contratar aplicativos, integrações e ferramentas adicionais para complementar a operação.

Suporte e estabilidade

Esse ponto costuma aparecer quando surgem problemas. A Tray conta com uma estrutura de suporte mais consolidada, com histórico de operação maior e processos mais definidos para atender diferentes tipos de loja.

A Yampi mantém um suporte mais enxuto, que atende bem operações menores, mas pode ter limitações conforme a complexidade do negócio aumenta.

Thiago Mazeto

“Algo que considero importante é avaliar suporte e estabilidade pensando no longo prazo. No começo da operação, isso pode até parecer secundário, mas conforme aumentam os pedidos e integrações, ter uma estrutura mais consolidada acaba fazendo bastante diferença na rotina do e-commerce.”

Thiago Mazeto, Diretor da Tray

Principais diferenças entre Tray e Yampi

Confira a seguir, uma tebela comparativa sobre Tray e Yampi e suas principais diferenças.

CritérioTrayYampi
PropostaPlataforma completa de e-commercePlataforma focada em checkout e performance
Perfil idealNegócios que querem crescer e escalarIniciantes ou operações mais simples (D2C)
Facilidade de usoMais robusta, exige adaptação inicialMais simples e rápida de configurar
Recursos nativosGestão completa (estoque, pedidos, financeiro, relatórios)Recursos mais limitados, foco no essencial
IntegraçõesNativas com marketplaces, ERPs, logísticaDepende mais de integrações externas
CheckoutCompleto, com boa performanceForte diferencial, altamente otimizado para conversão
EscalabilidadeAlta — preparada para grandes operaçõesPode limitar conforme crescimento
MarketplacesIntegração nativa com diversos canaisNão é o foco principal
Gestão da operaçãoCentralizada e mais completaMais enxuta
PersonalizaçãoAlta (temas, funcionalidades, apps)Mais limitada
SuporteEstruturado e com foco no mercado brasileiroMais enxuto
Modelo de custoMensalidade + recursos inclusosPode depender de apps e ferramentas externas
Visão de longo prazoIdeal para quem quer estruturar e crescer com consistênciaIdeal para validação rápida e operação simples

Escolhendo a Tray

A Tray faz mais sentido quando existe uma intenção clara de crescimento. Ela atende melhor quem precisa organizar pedidos, integrar canais de venda e manter controle conforme o volume aumenta.

Também é uma escolha mais segura para quem já quer começar com uma base preparada, evitando mudanças futuras.

Outro ponto importante envolve previsibilidade. Com uma estrutura mais completa desde o início, a operação tende a evoluir sem precisar de ajustes constantes na base da loja.

Se a ideia é construir um e-commerce sólido, com espaço para crescer sem limitações, vale começar com uma plataforma que já acompanha esse ritmo.

Conheça um pouco mais sobre a plataforma no vídeo abaixo:

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Escolhendo a Yampi

A Yampi funciona melhor em cenários onde o objetivo principal é validar vendas com rapidez.

Ela atende bem quem quer testar produtos, rodar campanhas e ajustar estratégias sem precisar estruturar toda a operação logo no início.

Esse tipo de abordagem aparece bastante em negócios que ainda estão entendendo o comportamento do público.

Existe também um ganho de velocidade na execução. Menos etapas e menos complexidade permitem colocar a loja no ar e começar a vender com mais agilidade.

Cenários reais: quando Tray ou Yampi fazem mais sentido?

A escolha entre plataformas não deve ser baseada apenas em preço ou facilidade inicial, mas sim no momento do negócio e nos objetivos de crescimento.

Na prática, cada uma faz mais sentido em cenários específicos.

Quando a Tray faz mais sentido

A Tray é a escolha ideal quando o foco está em construir um negócio estruturado e preparado para crescer.

Isso acontece, principalmente, quando o lojista:

  • Já validau o produto e quer escalar
  • Precisa de controle mais completo da operação
  • Deseja integrar marketplaces, logística e pagamentos
  • Quer centralizar estoque, pedidos e gestão financeira
  • Está pensando no longo prazo e quer evitar migrações futuras

👉 Cenário real:
Um lojista que começou vendendo pelo Instagram ou marketplace, validou suas vendas e agora precisa de uma estrutura profissional para crescer sem perder controle.

Quando a Yampi faz mais sentido

A Yampi pode ser uma boa escolha em fases iniciais, principalmente quando o objetivo é testar e validar rapidamente uma ideia.

Ela costuma fazer mais sentido quando o lojista:

  • Está começando do zero
  • Quer subir uma loja rapidamente
  • Trabalha com poucos produtos
  • Foca em vendas diretas (D2C)
  • Ainda não precisa de uma operação complexa

👉 Cenário real:
Alguém que está testando um produto com tráfego pago e quer validar rapidamente se existe demanda antes de estruturar o negócio.

Para quem cada plataforma é indicada

PerfilPlataforma que atender melhor
Primeira loja virtualYampi ou Tray
Marketplace + loja própriaTray
Operação multicanalTray
Teste rápido de produtoYampi
Crescimento de longo prazoTray

O ponto mais importante

O erro mais comum não é escolher uma plataforma ruim — é escolher uma plataforma que não acompanha o crescimento do negócio.

Muitos lojistas começam pensando apenas na facilidade, mas depois precisam migrar, reorganizar a operação e lidar com retrabalho.

Por isso, a decisão deve considerar não só o momento atual, mas principalmente onde o negócio quer chegar.

Erro comum ao escolher uma plataforma de e-commerce

Em uma Tray e Yampi comparação, muitos lojistas acabam tomando decisões rápidas demais, baseadas em impressões iniciais e não na realidade da operação.

No começo, tudo parece funcionar. A loja entra no ar, os primeiros pedidos chegam e a sensação é de que a escolha foi acertada.

O problema começa a aparecer quando o volume cresce, as demandas aumentam e a estrutura precisa acompanhar esse ritmo.

É nesse momento que decisões mal planejadas cobram o preço. Mostraremos os principais erros que podem existir nesse momento de decisão.

Escolher apenas pelo preço inicial

O valor mais baixo costuma ser o primeiro filtro. Para quem está começando, isso parece lógico, já que o objetivo é reduzir risco. Só que o custo de uma plataforma não está só na mensalidade.

Existe toda uma camada invisível que aparece com o tempo: integrações pagas, ferramentas complementares, ajustes técnicos e até tempo gasto para resolver limitações da própria plataforma.

Outro ponto importante envolve previsibilidade. Uma estrutura mais completa tende a concentrar custos em um único lugar, enquanto uma operação fragmentada espalha gastos em várias ferramentas.

Isso dificulta o controle financeiro e pode afetar a margem sem o lojista perceber. Quando a análise considera apenas o preço inicial, a decisão fica incompleta.

Priorizar facilidade e ignorar a operação

A facilidade de uso ajuda muito no começo, principalmente para quem ainda está aprendendo a vender online. Só que a operação de um e-commerce não se resume a cadastrar produto e receber pedido.

Existe toda uma rotina por trás: controle de estoque, acompanhamento de pedidos, organização de clientes, gestão de trocas, análise de vendas.

Quando a plataforma não oferece suporte suficiente para essas atividades, o lojista precisa compensar com processos manuais ou ferramentas externas.

Com o tempo, isso gera desgaste. A operação fica mais lenta, mais dependente de esforço humano e mais sujeita a erros que poderiam ser evitados com uma estrutura mais adequada.

Não considerar o modelo de negócio

Cada e-commerce tem uma dinâmica própria. Alguns trabalham com alto volume e margens menores. Outros focam em poucos produtos com maior valor agregado.

Existem operações que dependem de marketplaces e outras que funcionam apenas com tráfego direto. Essa diferença muda completamente o tipo de estrutura necessária.

Quando a escolha da plataforma ignora esse contexto, surgem desalinhamentos no dia a dia. Funcionalidades importantes podem faltar, enquanto outras acabam sendo pouco utilizadas.

O resultado é uma operação que funciona, mas não roda da forma mais eficiente possível.

Pensar apenas no curto prazo

O início de um e-commerce costuma ser focado em validação.

Faz sentido querer testar rápido, ajustar e entender o mercado. O problema aparece quando essa mentalidade continua mesmo depois que o negócio começa a crescer.

Sem planejamento de médio e longo prazo, a plataforma escolhida pode se tornar um limite. A partir daí, entra a necessidade de migração, que envolve não só custo, mas também risco operacional.

Dados podem ser perdidos, integrações precisam ser refeitas e o impacto pode chegar até no posicionamento da loja nos buscadores. Uma escolha mais estratégica evita esse tipo de ruptura.

Depender de muitas ferramentas externas

No início, adicionar ferramentas pode parecer algo positivo. Cada nova solução resolve um problema específico e ajuda a operação a rodar. Só que, com o tempo, isso pode virar um sistema difícil de gerenciar.

Cada ferramenta tem sua lógica, suas configurações e suas atualizações.

Manter tudo funcionando de forma integrada exige tempo e atenção constante. Além disso, quando algo dá errado, identificar a origem do problema fica mais complexo.

Isso pode afetar diretamente a experiência do cliente e a eficiência da operação.

Uma base mais centralizada reduz esse tipo de risco e facilita o crescimento com mais controle. Uma escolha bem feita leva em consideração o funcionamento real do negócio, não apenas o início da jornada.

Quando essa visão mais ampla entra na análise, a plataforma deixa de ser apenas uma ferramenta e passa a ser parte da estratégia de crescimento.

Por que pensar na escalabilidade desde o início?

Muita gente começa um e-commerce pensando apenas em vender. A lógica é simples: colocar a loja no ar, validar produto e depois ver o que acontece. Esse caminho funciona até certo ponto.

O problema aparece quando o negócio começa a dar certo. Crescer sem estrutura gera mais dor do que resultado. E é exatamente por isso que a escolha da plataforma precisa considerar o que vem depois.

Crescer muda completamente a operação

No começo, poucos pedidos são fáceis de controlar. Com o aumento das vendas, tudo muda. Entram mais clientes, mais pedidos, mais trocas, mais dúvidas, mais canais de venda.

Aquilo que antes era simples começa a exigir organização. Sem uma base preparada, o lojista começa a perder tempo com tarefas operacionais que poderiam estar automatizadas.

Isso reduz a capacidade de focar no que realmente faz o negócio crescer. Escalar não é só vender mais. É conseguir sustentar esse crescimento sem perder controle.

Migração não é um processo simples

Trocar de plataforma parece fácil na teoria, mas na prática envolve vários pontos sensíveis.

Produtos precisam ser migrados, pedidos precisam ser preservados, integrações precisam ser refeitas e o layout da loja precisa ser reconstruído.

Tudo isso exige tempo, conhecimento técnico e, muitas vezes, investimento. Existe também o risco operacional. Durante a migração, erros podem acontecer e impactar diretamente as vendas.

Por isso, evitar esse tipo de mudança no meio do caminho costuma ser a decisão mais segura que você pode fazer durante o processo de estruturação do seu negócio.

Migração de plataforma: aprenda como migrar seu e-commerce com segurança

Impacto direto no SEO e nas vendas

Quando uma loja muda de plataforma, a estrutura do site também sofre alterações.

URLs podem ser alteradas, páginas podem deixar de existir e o posicionamento nos buscadores pode ser afetado.

Isso impacta diretamente o tráfego orgânico, que muitas vezes leva meses ou anos para ser construído.

Além disso, qualquer instabilidade durante a transição pode afetar a experiência do cliente, reduzindo a conversão. Pensar nisso desde o início evita perder resultados já conquistados.

Custo de crescimento mal planejado

Começar com uma estrutura limitada pode parecer mais barato, mas o custo aparece depois. Ferramentas extras, retrabalho, ajustes constantes e até a própria migração aumentam o investimento ao longo do tempo.

Sem contar o custo invisível: tempo perdido e oportunidades que deixam de ser aproveitadas. Uma base mais preparada tende a concentrar esses esforços, permitindo que o crescimento aconteça de forma mais organizada.

Liberdade para evoluir o negócio

Uma plataforma que acompanha o crescimento permite testar novos canais, ajustar estratégias e expandir a operação sem precisar reconstruir tudo.

Isso dá mais liberdade para o lojista tomar decisões com base em oportunidade, não em limitação técnica. Quando a estrutura acompanha o negócio, o crescimento deixa de ser um problema e passa a ser um processo natural.

Pensar em escalabilidade não significa complicar o início. Significa evitar que o sucesso se transforme em dificuldade no futuro.

Por fim, na comparação entre Tray ou Yampi, fica claro que não existe uma escolha única que funcione para todos os cenários.

Cada plataforma atende um momento diferente do negócio.

Quando a decisão leva em conta apenas o presente, o risco de limitação no crescimento aumenta.

Por outro lado, quando existe uma visão mais estratégica, a plataforma passa a ser uma base que sustenta a evolução da operação.

Thiago Mazeto

“Na minha visão, uma das coisas mais importantes ao escolher uma plataforma é entender o quanto ela consegue acompanhar a evolução da operação sem gerar limitações no futuro. Algo que já observei conversando com lojistas é que muitas dificuldades de crescimento começam justamente quando a estrutura da loja deixa de acompanhar novas estratégias, integrações e canais de venda..”

Thiago Mazeto, Diretor da Tray

Monte sua loja virtual na Tray

Quem busca estrutura, controle e liberdade para expandir tende a se beneficiar de uma solução mais completa desde o início.

Por outro lado, quem precisa validar rápido e operar de forma mais direta pode começar com menos complexidade, focando na agilidade.

Mas o ponto mais importante é este: a melhor escolha não considera apenas o momento atual, e sim o caminho que o negócio pretende seguir.

Plataformas mais simples podem atender no começo, mas nem sempre acompanham o crescimento — e é nesse momento que surgem limitações, retrabalho e até perda de oportunidades.

Se a sua intenção é começar já pensando em crescimento e escala, a escolha da plataforma deixa de ser apenas técnica e passa a ser estratégica.

Com a Tray, você não precisa se preocupar com migrações no futuro. Você começa com uma estrutura profissional, integra seus canais de venda e tem tudo o que precisa para crescer com segurança, controle e consistência.

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Perguntas frequentes

Tray ou Yampi é melhor para iniciantes?

Depende do objetivo do negócio. A Yampi costuma ser uma boa opção para quem deseja criar uma loja virtual rapidamente e focar em vendas diretas. Já a Tray também atende iniciantes, mas oferece uma estrutura mais completa desde o início, sendo indicada para quem pretende crescer, integrar marketplaces e profissionalizar a operação ao longo do tempo.

A Yampi oferece integrações com algumas soluções e parceiros, mas seu foco principal está nas vendas diretas (D2C) e na otimização do checkout. Para operações que dependem fortemente da venda em marketplaces, é importante verificar as integrações disponíveis e avaliar se elas atendem às necessidades do negócio.

A Tray não cobra comissão sobre as vendas realizadas na loja virtual quando o lojista utiliza um gateway de pagamento parceiro. No entanto, podem existir tarifas relacionadas aos planos contratados e às vendas realizadas em marketplaces integrados, além das taxas cobradas pelos próprios marketplaces e intermediadores de pagamento.

As duas plataformas podem acompanhar o crescimento de um e-commerce, mas possuem propostas diferentes. A Yampi costuma atender bem operações focadas em vendas diretas e validação de produtos, enquanto a Tray oferece uma estrutura mais robusta para empresas que desejam expandir a operação, integrar diferentes canais de venda e automatizar processos.

A Yampi oferece planos com modelos de cobrança que podem incluir mensalidade, taxas sobre vendas ou serviços adicionais, dependendo da solução contratada. Como os valores e condições podem ser atualizados, o ideal é consultar a página oficial de preços da plataforma para verificar as informações mais recentes.

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