Plataformas de e-commerce: 17 opções confiáveis para você escolher em 2026

Plataformas de e-commerce reúnem recursos para criar lojas virtuais, cadastrar produtos, receber pagamentos, controlar estoque e integrar canais de venda. A melhor opção depende do porte da operação, do orçamento, da necessidade de personalização, das integrações disponíveis e da capacidade de acompanhar o crescimento do negócio.
pessoa comprando em uma plataforma de e-comerce

Principais tópicos

Escolher uma plataforma de e-commerce significa definir a base tecnológica da loja. A decisão interfere no cadastro de produtos, no checkout, na gestão de pedidos, no estoque, no frete e na conexão com marketplaces.

Tray, Bagy, Nuvemshop, Shopify e Loja Integrada estão entre as opções disponíveis no Brasil, mas atendem perfis diferentes.

Há soluções simples para começar, plataformas voltadas a operações em crescimento e sistemas que exigem uma equipe técnica especializada.

Antes de contratar, compare o custo total, os recursos incluídos, as integrações, o suporte e a dificuldade de uma futura migração.

O que é uma plataforma de e-commerce?

Uma plataforma de e-commerce é um sistema usado para criar, administrar e operar uma loja virtual. Ela disponibiliza a área acessada pelo consumidor e um painel no qual o lojista controla produtos, pedidos, pagamentos, estoque e entregas.

As plataformas SaaS fornecem a infraestrutura mediante assinatura. Já as soluções de código aberto permitem maior controle técnico, mas exigem hospedagem, configuração, segurança e manutenção.

Plataforma de e-commerce - mulher comprando

Qual a melhor plataforma de e-commerce para 2026?

Não existe uma única plataforma que seja a melhor para todos os negócios. A escolha depende do volume de vendas, do tamanho do catálogo, dos canais utilizados, da equipe disponível e do nível de personalização necessário.

1. Tray

A Tray é uma plataforma de e-commerce voltada a operações de diferentes portes. Fundada em 2003 e integrante do ecossistema LWSA, a empresa oferece recursos para criar uma loja virtual, administrar pedidos, divulgar produtos e centralizar diferentes canais de venda.

A plataforma está conectada a mais de 30 marketplaces, entre eles Mercado Livre, Shopee, Amazon, SHEIN, Magazine Luiza e Americanas. Produtos, preços, pedidos e estoque podem ser gerenciados em um único painel, o que reduz a necessidade de atualizar cada canal separadamente.

O ecossistema da Tray também reúne mais de mil integrações com aplicativos, ERPs, meios de pagamento, ferramentas de logística, plataformas de dropshipping e soluções de marketing. A loja ainda pode se conectar a canais como WhatsApp, Instagram, Facebook e TikTok Shop. 

Entre os recursos disponíveis, conforme o plano contratado, estão:

Essa combinação permite reunir vendas, pagamentos, logística, marketing e atendimento em uma mesma estrutura. A quantidade de recursos, os limites e os canais de suporte variam conforme o plano.a.

Thiago Mazeto, Diretor da Tray

“Algo que eu percebo acompanhando operações de e-commerce é que a integração deixa de ser um ‘extra’ muito rápido. Conforme a loja cresce, centralizar marketplaces, anúncios, pagamentos e logística em um único ambiente ajuda não só na produtividade, mas também no controle da operação. Isso faz bastante diferença para lojistas que querem escalar sem depender de processos manuais o tempo todo.”

Thiago Mazeto, Diretor da Tray

O suporte por ticket está disponível desde os planos de entrada. O plano Crescimento acrescenta atendimento por chat, enquanto Expansão e Avançado também oferecem telefone e WhatsApp.

As condições devem ser consultadas antes da contratação, pois podem sofrer alterações.

Quanto custa usar a Tray?

A Tray possui cinco planos principais, direcionados a diferentes estágios da operação. 

PlanoValor mensal no plano anualLimite de produtosPrincipais características
StartR$ 19IlimitadosLimite de vendas de R$ 10 mil por mês, integração com marketplaces, SSL, Live Shop, Tray Envios e suporte por ticket
BásicoR$ 49100Sem limite de vendas, integração com marketplaces, SSL e suporte por ticket
CrescimentoR$ 85500Recursos do Básico, suporte por ticket e chat, edição de HTML e CSS, pedido manual e relatórios avançados
ExpansãoR$ 1891.000Recursos do Crescimento, Live Shop e suporte por ticket, chat, telefone e WhatsApp
AvançadoR$ 3992.500Recursos do Expansão, múltiplos estoques, clube de assinatura e suporte pelos diferentes canais

Quer centralizar sua loja virtual, seus marketplaces e outras etapas da operação? Conheça os planos da Tray e compare os recursos disponíveis para cada perfil de e-commerce.

2. Bagy

A Bagy é uma plataforma brasileira, criada em Belo Horizonte (MG) e adquirida pela Locaweb. Seu objetivo é profissionalizar a atuação de pequenos lojistas e microempreendedores, que ainda não tenham uma loja virtual ou vendam apenas por WhatsApp e Instagram.

Para isso, oferece um app fácil de mexer, até mesmo por leigos no universo digital, que podem criar a loja em apenas alguns passos, usando apenas o celular.

Na plataforma, é possível adicionar produtos, imagens e descrições rapidamente e integrar a loja com marketplaces (Mercado Livre e Shopee).

Os lojistas podem também integrar as vendas com a Sacolinha do Instagram e a Loja do Facebook e publicar seus produtos nas redes sociais.

a imagem representa a página principal da plataforma de e-commerce Bagy

3. Wake Commerce

A Wake Commerce também é uma plataforma do grupo Locaweb. Seus recursos permitem gerenciar pedidos, estoques, conectar diversos canais de venda, além de integrar diversos métodos de pagamentos.

Sua tecnologia OMS possibilita um melhor controle de estoque evitando problemas como a ruptura de estoque, por exemplo. A plataforma possui APIs abertas o que facilita muito a sua customização.

a imagem representa a página principal da plataforma de e-commerce wake commerce

4. WooCommerce

O WooCommerce é um plugin de código aberto que transforma um site WordPress em uma loja virtual. A solução permite cadastrar produtos, receber pagamentos e configurar entregas por meio de temas e extensões.

O plugin não possui mensalidade obrigatória, mas isso não torna a operação gratuita. Hospedagem, segurança, desenvolvimento, extensões e manutenção precisam entrar no custo total.

É uma alternativa para empresas que já utilizam WordPress ou contam com suporte técnico para administrar o ambiente.

a imagem representa a página principal da plataforma de e-commerce Hostinger

5. Magento Open Source

Magento Open Source é uma plataforma de código aberto relacionada ao ecossistema Adobe Commerce. Permite personalizações extensas de catálogo, checkout, promoções e integrações.

Sua implantação é mais complexa do que a de uma plataforma SaaS. A empresa precisa administrar hospedagem, atualizações, segurança e desempenho, normalmente com uma equipe técnica especializada.

O modelo pode fazer sentido para projetos que exigem alto grau de controle sobre a arquitetura e os recursos da loja.

a imagem representa a página principal da plataforma de e-commerce Magento

6. Shopify

A Shopify é uma plataforma SaaS global com temas, checkout, gestão de produtos e uma ampla loja de aplicativos. Pode atender desde pequenos negócios até operações internacionais.

A disponibilidade de aplicativos facilita a inclusão de novas funções, mas também pode aumentar o custo mensal e criar dependência de ferramentas externas.

Empresas brasileiras precisam verificar meios de pagamento, integrações fiscais, suporte, conversão cambial e taxas aplicáveis antes da contratação.

a imagem representa a página principal da plataforma de e-commerce Shopify

7. Nuvemshop

A Nuvemshop é uma plataforma SaaS voltada principalmente a pequenas e médias empresas. Disponibiliza temas, cadastro de produtos, meios de pagamento, recursos logísticos e conexão com ferramentas externas.

A oferta de planos de entrada facilita a validação de uma loja virtual. Para operações em crescimento, é importante verificar quais integrações, canais de atendimento e funcionalidades estão disponíveis em cada faixa

a imagem representa a página principal da plataforma de e-commerce Nuvemshop

8. Loja Integrada

A Loja Integrada oferece uma estrutura simplificada para empreendedores que desejam começar a vender online. A plataforma possui recursos de produtos, pagamentos, frete, temas e aplicativos.

Os planos iniciais podem atender catálogos menores, mas limites de visitas, produtos, suporte ou personalização precisam ser observados. O lojista deve avaliar se será possível ampliar a operação sem uma migração precoce.

a imagem representa a página principal da plataforma de e-commerce loja integrada

9. JET Commerce

A JET Commerce trabalha com soluções para operações B2C, B2B e omnichannel. Seus recursos abrangem gestão de pedidos, estoque, canais físicos e digitais, promoções e checkout.

É uma alternativa para empresas que precisam integrar diferentes frentes de venda. Como planos e projetos são apresentados sob consulta, a comparação deve incluir prazo de implantação, suporte e custo de customização.

a imagem representa a página principal da plataforma Jet Commerce

10. VTEX

A VTEX é uma plataforma voltada a grandes varejistas, fabricantes, marketplaces e operações B2B. Sua estrutura permite conectar diferentes canais, vendedores, estoques e experiências de compra.

A solução oferece possibilidades avançadas de personalização e integração, mas exige maior investimento e capacidade técnica. Não costuma ser a escolha mais simples para quem está criando uma pequena loja.

a imagem representa a página principal da plataforma de e-commerce VTEX

11. OpenCart

OpenCart é uma plataforma de código aberto usada para criar lojas virtuais com produtos, categorias, pagamentos, fretes e extensões.

A ausência de mensalidade da licença não elimina custos de hospedagem, desenvolvimento e manutenção. Compatibilidade entre extensões e atualização de segurança também precisam ser administradas.

Pode atender empresas com acesso a profissionais capazes de configurar e manter a aplicação.

a imagem representa a página principal da plataforma de e-commerce OpenCart

12. Webnode

A Webnode é um construtor de sites que inclui recursos para lojas virtuais. Permite criar páginas, cadastrar produtos, configurar pagamentos e utilizar modelos responsivos.

Sua proposta é mais adequada a lojas simples e catálogos menores. Empresas que dependem de marketplaces, ERPs ou automações específicas devem conferir antecipadamente as integrações disponíveis.

a imagem representa a página principal da plataforma de e-commerce Webnode

13. Wix

O Wix oferece um editor visual para criação de sites e lojas virtuais. Seus recursos incluem catálogo, pagamentos, pedidos, marketing e aplicativos complementares.

A facilidade de edição pode atender pequenos negócios que valorizam autonomia sobre o layout. Antes da contratação, é necessário avaliar questões como integração fiscal, gestão multicanal e recursos para catálogos maiores.

a imagem representa a página principal da plataforma de e-commerce Wix

14. iSet

A iSET é uma plataforma brasileira de e-commerce em nuvem. Oferece temas personalizáveis, gestão de produtos, meios de pagamento, integrações e suporte para implantação.

Pode atender pequenos e médios lojistas que procuram uma solução nacional. A escolha deve considerar os aplicativos necessários, os canais de venda utilizados e os serviços incluídos em cada plano.

a imagem representa a página principal da plataforma de e-commerce iSet

15. CartPanda

A CartPanda oferece recursos para criação de lojas e páginas de produto, com foco em checkout e conversão. A plataforma também apresenta integrações com pagamentos, logística e ferramentas de marketing.

Pode ser considerada por operações de venda direta e lojas que priorizam a etapa de finalização da compra. O lojista deve verificar se os recursos de estoque, catálogo e gestão atendem à complexidade do negócio.

a imagem representa a página principal da plataforma de e-commerce Cartpanda

16. Dooca Commerce

A Dooca Commerce é uma plataforma brasileira SaaS para criação de lojas virtuais. Disponibiliza recursos para catálogo, temas, pedidos, pagamentos, logística e integrações.

Sua proposta atende principalmente pequenas e médias operações. Antes da contratação, compare os recursos nativos com os aplicativos ou serviços adicionais necessários para administrar a loja.

a imagem representa a página principal da plataforma de e-commerce Docca

17. Yampi

A Yampi oferece soluções para lojas virtuais, páginas de venda e checkout. Seus recursos são usados por operações que buscam simplificar a jornada de compra e trabalhar com estratégias de venda digital.

A avaliação deve considerar não apenas o checkout, mas também estoque, integrações, canais de venda, suporte e capacidade de acompanhar a expansão do catálogo.

a imagem representa a página principal da plataforma de e-commerce Yampi

Como escolher uma plataforma de e-commerce?

Para escolher uma plataforma de e-commerce, primeiro defina como a loja irá operar. Considere o tamanho do catálogo, a previsão de pedidos, os canais de venda, a equipe disponível e o orçamento.

A plataforma precisa atender às necessidades atuais sem impedir o crescimento. No entanto, contratar uma estrutura muito mais complexa do que o necessário também pode elevar custos e dificultar a gestão.

Os critérios mais importantes são:

Custo total

Não compare apenas a mensalidade. Considere taxas por transação, aplicativos, temas, implantação, desenvolvimento, hospedagem, suporte e futuras customizações.

Uma plataforma aparentemente barata pode ficar mais cara quando depende de vários serviços externos para realizar tarefas básicas.

Gestão de produtos e estoque

Verifique se a solução permite administrar categorias, variações, atributos, SKUs, estoque mínimo e múltiplos centros de distribuição.

Para quem vende em diferentes canais, a sincronização de estoque é necessária para reduzir cancelamentos causados pela venda de itens indisponíveis.

Checkout e pagamentos

O checkout deve ser simples, responsivo e compatível com os meios de pagamento usados pelo público. Avalie Pix, cartões, boleto, carteiras digitais, parcelamento e ferramentas antifraude.

Confira também se a plataforma permite escolher o intermediador ou se exige a contratação de uma solução própria.

Frete e logística

A plataforma deve calcular o frete com base no CEP, peso e dimensões. Dependendo da operação, também pode ser necessário oferecer transportadoras, pontos de retirada, entrega local ou retirada em loja. Considere a emissão de etiquetas, o rastreamento e a integração com sistemas logísticos.

Marketplaces e canais sociais

Se a empresa vende em marketplaces, confirme quais canais possuem integração e quais dados são sincronizados. Estoque, pedidos, preços e anúncios precisam ser administrados com o menor volume possível de tarefas manuais.

A conexão com Instagram, Facebook, WhatsApp e TikTok também deve ser avaliada conforme a estratégia de vendas.

SEO e desempenho

Verifique se a plataforma permite editar títulos, meta descriptions, URLs, headings, dados estruturados, redirecionamentos e textos alternativos de imagens.

Também é importante testar a velocidade, a estabilidade visual e o funcionamento em dispositivos móveis. O desempenho depende da plataforma, mas também do tema, das imagens, dos aplicativos e das customizações utilizadas.

Segurança e proteção de dados

A solução deve oferecer conexão segura, atualizações, backups e recursos compatíveis com a LGPD. Quando houver processamento de cartões, verifique as responsabilidades da plataforma e dos prestadores de pagamento.

Não presuma segurança apenas pela presença do cadeado no navegador. Analise contratos, controles de acesso, histórico de incidentes e políticas de tratamento de dados.

Integrações e API

Liste os sistemas que a loja utiliza ou pretende contratar, como ERP, CRM, WMS, meios de pagamento, transportadoras e automação de marketing.

Confirme se existe integração pronta, API documentada ou necessidade de desenvolvimento personalizado. Essa verificação deve acontecer antes da contratação.

Suporte e implantação

Consulte os canais de atendimento, horários, prazos de resposta e serviços de implantação. Empresas que não possuem equipe técnica podem precisar de suporte mais próximo.

Em plataformas de código aberto, o atendimento costuma depender da comunidade, de desenvolvedores ou de agências contratadas.

Migração e portabilidade

Pergunte quais dados podem ser exportados, como produtos, clientes, pedidos e URLs. Essa informação reduz a dependência da plataforma e facilita uma eventual migração.

A mudança de sistema pode exigir redirecionamentos, reconstrução de integrações e validação do checkout. Portanto, a portabilidade precisa entrar na decisão inicial.

Quais perguntas fazer antes da contratação?

Antes de contratar uma plataforma, obtenha respostas objetivas para estas perguntas:

  • Qual é o custo total mensal da operação?
  • Existem taxas sobre vendas ou transações?
  • Quais recursos dependem de aplicativos pagos?
  • A plataforma suporta o catálogo e o volume de pedidos previstos?
  • Há integração com os marketplaces utilizados pela loja?
  • É compatível com o ERP, o CRM e os serviços logísticos?
  • Permite editar elementos importantes para SEO?
  • Quais canais e horários de suporte estão incluídos?
  • Como produtos, clientes, pedidos e URLs podem ser exportados?
  • O que acontece se a empresa decidir cancelar ou migrar?

As respostas devem ser comparadas em uma planilha. Isso reduz decisões baseadas apenas em apresentações comerciais.

Quais tipos de plataforma de e-commerce existem?

As plataformas podem ser divididas em SaaS, código aberto e on-premise. A principal diferença está na responsabilidade pela infraestrutura e pela manutenção.

TipoComo funcionaIndicado paraPontos de atenção
SaaSA infraestrutura, a hospedagem e as atualizações são administradas pelo fornecedorPequenas, médias e grandes lojas que buscam agilidade operacionalLimites de personalização e recursos diferentes entre os planos
Código abertoO código pode ser instalado, alterado e administrado pela empresaNegócios com equipe técnica ou necessidades específicasHospedagem, segurança, atualizações e manutenção ficam sob responsabilidade da operação
ProprietáriaA tecnologia pertence ao fornecedor e pode ser contratada como projeto ou serviçoEmpresas que precisam de implantação e suporte personalizadosCusto, prazo de implantação e dependência do fornecedor
HeadlessO front-end da loja funciona de forma separada da estrutura de comércio eletrônicoOperações com diferentes canais e experiências digitais complexasMaior investimento e necessidade de profissionais especializados

Plataforma SaaS

Em uma plataforma SaaS, o lojista paga uma assinatura para utilizar a infraestrutura oferecida pela empresa. Hospedagem, atualizações e parte da segurança ficam sob responsabilidade do fornecedor.

Esse modelo reduz a complexidade técnica da implantação e permite começar a vender com mais rapidez. Tray, Shopify, Nuvemshop, Loja Integrada, iSET, Dooca Commerce e Yampi estão entre as soluções que trabalham com estruturas em nuvem.

Mesmo dentro desse modelo, existem diferenças significativas. É necessário comparar limites de produtos, taxas, integrações, suporte, possibilidades de personalização e recursos disponíveis em cada plano.

Plataforma de código aberto

Uma plataforma de código aberto permite acessar e modificar o código da aplicação. WooCommerce, Magento Open Source e OpenCart são exemplos desse modelo.

A liberdade de personalização é maior, mas a empresa precisa cuidar da hospedagem, das atualizações, da segurança e da compatibilidade entre extensões. Também pode ser necessário contratar desenvolvedores ou uma agência especializada.

Por isso, não ter mensalidade de licença não significa que a operação terá um custo menor. A comparação deve considerar todas as despesas técnicas envolvidas.

Plataforma proprietária

As plataformas proprietárias utilizam uma tecnologia controlada pelo fornecedor. A contratação pode incluir implantação, suporte, desenvolvimento e integrações específicas.

Esse modelo pode atender projetos com requisitos particulares, mas exige atenção ao contrato, à propriedade dos dados e às condições para exportar informações. A dependência técnica do fornecedor também deve ser considerada.

Plataforma headless

Na arquitetura headless, a interface apresentada ao consumidor é separada da estrutura responsável por catálogo, pedidos, pagamentos e estoque. Essa divisão permite criar experiências diferentes para sites, aplicativos, totens e outros canais.

O modelo oferece flexibilidade, mas demanda equipe técnica, integrações e investimento mais elevado. Por isso, costuma ser adotado por operações com necessidades avançadas de personalização e distribuição de conteúdo.

Thiago Mazeto, Diretor da Tray

“Na prática, o modelo da plataforma impacta muito mais a rotina da operação do que muita gente imagina. Pelo que já observei, empresas menores normalmente conseguem evoluir mais rápido usando plataformas SaaS, justamente pela facilidade de implementação, suporte e menor complexidade técnica. Já modelos Open Source e on-premise costumam fazer mais sentido para operações que precisam de personalizações muito avançadas e possuem equipe técnica preparada para sustentar essa estrutura no longo prazo.”

Thiago Mazeto, Diretor da Tray

Qual é a diferença entre plataforma SaaS e código aberto?

A principal diferença está na responsabilidade pela infraestrutura. Em uma plataforma SaaS, hospedagem, atualizações e manutenção da estrutura principal são administradas pelo fornecedor. No código aberto, essas atividades ficam sob responsabilidade da empresa ou dos profissionais contratados.

CritérioPlataforma SaaSCódigo aberto
ImplantaçãoGeralmente mais rápidaDepende da configuração técnica
HospedagemIncluída no serviçoContratada separadamente
AtualizaçõesRealizadas pelo fornecedorAdministradas pela empresa
PersonalizaçãoConforme os limites da plataformaMaior acesso ao código
SuporteVaria de acordo com o planoPode depender da comunidade ou de terceiros
Manutenção técnicaMenor exigência internaExige acompanhamento especializado
Previsibilidade de custosNormalmente maiorPode variar conforme desenvolvimento e infraestrutura

Uma pequena ou média empresa sem equipe de desenvolvimento tende a encontrar maior praticidade em uma solução SaaS.

Como testar uma plataforma antes da contratação?

Quando houver demonstração ou período de teste, reproduza uma jornada completa de compra. Cadastre produtos com variações, configure pagamentos e frete, realize um pedido e teste o acesso pelo celular.

Também verifique as principais tarefas administrativas. Avalie quanto tempo é necessário para atualizar preços, consultar pedidos, alterar o estoque, emitir relatórios e atender um consumidor.

Durante o teste, observe:

  • facilidade de configuração;
  • velocidade das páginas;
  • funcionamento do checkout;
  • experiência em dispositivos móveis;
  • qualidade da documentação;
  • disponibilidade das integrações necessárias;
  • clareza dos relatórios;
  • canais de suporte;
  • possibilidades de exportação.

Não limite a avaliação à aparência da loja. O painel administrativo será utilizado diariamente e interfere diretamente na produtividade da equipe.

Qual plataforma de e-commerce escolher?

A plataforma adequada é aquela que atende às necessidades atuais da loja e oferece estrutura para os próximos estágios da operação. Preço, quantidade de recursos e facilidade de uso não devem ser avaliados isoladamente.

Antes de decidir, compare o custo total, teste o painel, confirme as integrações e verifique os limites de cada plano. Também considere a qualidade do suporte e a facilidade para exportar dados caso seja necessário mudar de solução.

A Tray reúne loja virtual, integração com marketplaces, pagamentos, logística e ferramentas de marketing em uma mesma plataforma.

A solução atende desde quem está começando até operações que precisam administrar catálogos maiores e diferentes canais de venda.

Conheça a plataforma de e-commerce da Tray e veja como centralizar a gestão da sua loja virtual.

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Perguntas frequentes

O que é uma plataforma de e-commerce?

Uma plataforma de e-commerce é um sistema digital que permite criar, gerenciar e operar uma loja virtual. 

Ela reúne recursos como cadastro de produtos, integração com meios de pagamento, controle de estoque, relatórios de vendas e marketing. Em resumo, é a base tecnológica que sustenta as vendas online de um negócio.

O valor varia conforme o plano e os recursos incluídos.

Existem planos iniciais a partir de valores mais acessíveis, enquanto soluções mais robustas podem ter um custo mais elevado por mês. 

Além da mensalidade, é importante considerar taxas de pagamento, aplicativos extras e eventuais custos de personalização da plataforma.

Sim. Algumas plataformas oferecem planos gratuitos ou períodos de teste.

No entanto, para vender de forma profissional e com recursos completos, normalmente é necessário contratar um plano pago.

Plataformas gratuitas podem ter limitações de personalização, domínio próprio e integrações.

Não. Plataformas SaaS são desenvolvidas para que qualquer empreendedor consiga criar e gerenciar sua loja sem conhecimento técnico.

Recursos mais avançados podem exigir suporte especializado, mas não são obrigatórios para começar.

Sim, mas a migração pode exigir ajustes técnicos, redirecionamentos de URLs e reorganização de dados.

Por isso, escolher bem desde o início evita retrabalho no futuro.

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