O que é e-commerce e como criar a sua operação de vendas

E-commerce, ou comércio eletrônico, é o modelo de negócio que permite a compra e venda de produtos ou serviços pela internet por meio de uma loja virtual ou plataforma digital própria. Nesse formato, as transações acontecem em um ambiente estruturado, com páginas de produto, carrinho, meios de pagamento e logística integrados, sem a necessidade de um ponto físico. Com a estrutura certa, o e-commerce se torna um canal escalável, profissional e com maior controle sobre a operação e as vendas.
o que é e-commerce

Principais tópicos

O e-commerce vive um momento de forte expansão e já se consolidou como um dos principais canais de vendas do varejo moderno.

Cada vez mais consumidores utilizam a internet para pesquisar produtos, comparar preços e realizar compras com poucos cliques, enquanto empresas e empreendedores aproveitam o ambiente digital para alcançar novos clientes e ampliar suas vendas.

Nesse cenário, o comércio eletrônico se tornou sinônimo de praticidade, alcance e novas oportunidades de negócio, permitindo que marcas vendam para todo o país sem as limitações de uma loja física.

Neste artigo, você vai entender o que é e-commerce, como esse modelo de vendas funciona na prática e quais são as principais ferramentas para montar uma loja virtual do zero.

Ao longo do conteúdo, também vamos mostrar como a Tray pode ajudar você a colocar uma loja completa no ar de forma rápida, simples e econômica, facilitando os primeiros passos no comércio eletrônico.

✏️ Dica de especialista: pronto para montar a sua loja virtual? Então pare de perder tempo buscando a melhor plataforma de e-commerce. Com a Tray, você encontra tudo o que precisa para começar a vender online em um só lugar: criação de loja virtual, integração com mais de 30 marketplaces, ferramentas de marketing, gestão completa do negócio e suporte especializado para ajudar sua loja a crescer.

O que é e-commerce?

E-commerce, ou comércio eletrônico, é o modelo de venda realizado pela internet por meio de uma loja virtual estruturada, onde o consumidor pode visualizar produtos, adicionar ao carrinho e finalizar a compra com diferentes formas de pagamento.

Diferente das redes sociais, que funcionam como canais de divulgação e relacionamento, o e-commerce é o ambiente onde a transação acontece de forma organizada, com integração de estoque, logística e gestão de pedidos.

Essa estrutura permite mais controle sobre a operação, maior profissionalização do negócio e melhores condições para escalar as vendas no longo prazo.

Além disso, o processo de criação de uma loja virtual se tornou muito mais acessível nos últimos anos, o que permite que muitas pessoas comecem a vender pela internet mesmo sem experiência técnica.

Hoje, existem plataformas que simplificam toda a operação, desde a configuração da loja até a gestão de pedidos e pagamentos, reduzindo a complexidade inicial.

Isso faz com que o e-commerce deixe de ser algo restrito a grandes empresas e passe a ser uma oportunidade real para quem deseja empreender, testar ideias de negócio e crescer no ambiente digital com mais autonomia e flexibilidade.

Como funciona o e-commerce na prática?

Na visão do comprador

Para quem compra, o e-commerce funciona como uma loja acessível a qualquer momento, onde é possível pesquisar produtos, comparar preços e finalizar a compra sem sair de casa.

Todo o processo acontece online, de forma rápida e prática, seguindo algumas etapas simples.

  • Descoberta da loja
    O consumidor encontra a loja virtual por meio de buscas no Google, redes sociais, anúncios ou marketplaces. Ao acessar o site, ele pode navegar pelas categorias e visualizar os produtos disponíveis.
  • Pesquisa e comparação de produtos
    Antes de comprar, o cliente analisa informações como preço, avaliações, fotos, características do produto e prazo de entrega.
  • Adição ao carrinho
    Após escolher o produto, o consumidor adiciona ao carrinho e pode continuar navegando ou seguir diretamente para finalizar a compra.
  • Preenchimento dos dados de entrega
    No checkout, informa o endereço, escolhe a forma de envio e visualiza o valor do frete e o prazo de entrega.
  • Escolha da forma de pagamento
    Seleciona a forma de pagamento mais conveniente, como Pix, cartão de crédito, boleto ou carteiras digitais.
  • Confirmação da compra
    Após a aprovação do pagamento, recebe a confirmação do pedido por e-mail ou mensagem, com todos os detalhes da compra.
  • Acompanhamento da entrega
    Durante o envio, pode acompanhar o rastreamento da encomenda até a chegada no endereço informado.
  • Recebimento e pós-compra
    Após receber o produto, pode avaliar a compra, solicitar troca ou devolução e, se tiver uma boa experiência, voltar a comprar.
Processo de um e-commerce na prática
Ilustração de como funciona o e-commerce na prática

Na visão do lojista

  • Criação da loja virtual
    O primeiro passo é escolher uma plataforma de e-commerce. Nesse ambiente, o lojista configura o site, define layout, categorias e toda a estrutura da loja.
  • Cadastro de produtos
    O lojista adiciona os produtos que serão vendidos, incluindo título, descrição, fotos, preço, variações (como tamanho ou cor) e controle de estoque.
  • Divulgação da loja
    Para atrair visitantes, investe em estratégias de marketing digital, como SEO, redes sociais, anúncios pagos, e-mail marketing ou marketplaces.
  • Recebimento de pedidos
    Quando uma compra é realizada, o pedido aparece automaticamente no painel da loja, com todas as informações necessárias.
  • Processamento do pagamento
    O pagamento é feito por meio de gateways ou intermediadores. Após a aprovação, o pedido é liberado para envio.
  • Separação e embalagem
    O produto é separado no estoque, embalado corretamente e preparado para envio.
  • Envio e logística
    O pedido é enviado por transportadoras ou Correios, e o cliente recebe o código de rastreamento.
  • Atendimento e pós-venda
    Após a entrega, o lojista presta suporte, auxiliando em dúvidas, trocas, devoluções e garantindo uma boa experiência.

Na visão do lojista, um e-commerce funciona como uma estrutura digital de vendas, onde a empresa expõe seus produtos, recebe pedidos online, processa pagamentos e realiza a entrega para os clientes.

Toda a operação acontece por meio de uma plataforma de loja virtual que centraliza a gestão do negócio.

Por que empreender no e-commerce em 2026? 

Empreender no digital nunca foi tão promissor quanto agora!

Os dados mostram que montar um e-commerce é uma decisão estratégica para empreendedores que almejam crescer, escalar vendas e conquistar clientes de todo o país.

💡 Leia mais: Como empreender com pouco dinheiro? Dicas para começar mesmo não sendo rico

Crescimento acelerado e mudança no comportamento do consumidor

De acordo com um levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o setor de e-commerce faturou R$ 204,3 bilhões em 2024 e deve atingir R$ 234,8 bilhões em 2025.

Esse crescimento está diretamente relacionado à mudança de comportamento do consumidor, que está cada vez mais conectado e confiante nas compras online.

Segundo uma pesquisa da PYMNTS Intelligence, 61% dos brasileiros fizeram sua última compra no varejo usando o celular.

Os consumidores no Brasil acessam lojas online em média 16 dias por mês, superando a média global, e realizam pedidos com entrega em casa 25% mais frequentemente do que usuários de outros países analisados.

Portanto, o aumento expressivo das compras online no Brasil torna a abertura de um e-commerce uma oportunidade concreta para alcançar um público vasto e em plena expansão.

Como montar um e-commerce do zero? Passo a passo simplificado

Começar a vender pela internet exige organização, mas não precisa ser complicado. Veja um passo a passo para começar com estabilidade.

Escolha uma plataforma de e-commerce adequada à sua necessidade

Avalie o tamanho do seu negócio, o volume esperado de vendas e os recursos que você vai precisar.

Opte por uma solução que permita começar de forma simples, mas que também acompanhe o crescimento da sua operação.

Quando o assunto é criar e escalar um e-commerce no Brasil, a Tray se destaca como uma das soluções mais completas, robustas e confiáveis do mercado.

Não por acaso, ela está entre as plataformas de e-commerce há mais tempo em operação no país, evoluindo junto com o próprio crescimento do comércio eletrônico brasileiro.

A grande vantagem da Tray é que ela não entrega apenas uma loja virtual, ela entrega a estrutura de negócio.

Desde o primeiro acesso, você percebe que a plataforma foi pensada para quem quer vender de verdade, com recursos profissionais, mas sem complicação.

É possível colocar uma loja no ar rapidamente, com poucos cliques, mesmo sem conhecimento técnico, e ainda assim contar com uma base sólida para crescer.

Conheça um pouco mais sobre a plataforma, no vídeo abaixo:

Defina o domínio e a estrutura do site

Escolha um nome de domínio fácil de lembrar e alinhado à sua marca.

Ter um endereço próprio transmite mais profissionalismo, fortalece a identidade do negócio e melhora a confiança do consumidor desde o primeiro acesso.

Como fazer um registro de domínio para e-commerce? 

  1. Escolha o nome do domínio: pense em um nome curto, fácil de digitar e lembrar. Evite hífen, números e grafias “confusas”.
  2. Verifique se o domínio está disponível: acesse o site do Registro.br e pesquise o nome desejado. Se estiver livre, siga para o registro.
  3. Crie sua conta (ou faça login) Para registrar um domínio .br, você precisa ter CPF ou CNPJ (o registro é para pessoas físicas e jurídicas legalmente representadas/estabelecidas no Brasil).
  4. Clique em “Registrar” e preencha os dados: escolha o titular (CPF/CNPJ), preencha os dados do administrador e siga as instruções do fluxo de compra.
  5. Pague o registro: O Registro.br cobra R$ 40 por ano (valor do domínio .br, com pagamento/renovação anual).
  6. Configure o DNS para apontar seu domínio para a sua loja: depois que o domínio estiver ativo, você vai “apontar” ele para a plataforma/hospedagem do seu e-commerce. Em geral, você terá dois caminhos:
  • Trocar os servidores DNS (apontar para os DNS da plataforma/hospedagem).
  • Criar registros DNS (como CNAME para “www” e A record para o domínio sem www), dependendo do que a sua plataforma pedir.

7. Aguarde a propagação: após ajustar DNS, pode levar algumas horas para funcionar plenamente (o tempo varia).

Obs.: CNAME normalmente é usado para subdomínios (ex.: www), não para o domínio raiz (ex.: seusite.com.br).

Personalize o layout da loja

Adapte o visual da loja ao seu nicho de mercado. Inclua logotipo, banners e imagens de boa qualidade.

Um layout organizado e visualmente agradável melhora a experiência de navegação e aumenta as chances de conversão.

Loja de temas da Tray

Conheça a loja de temas da Tray

Cadastre categorias e produtos com atenção aos detalhes

Organize seus produtos em categorias e subcategorias claras. Descreva bem cada item e informe variações como tamanhos, cores ou modelos.

Quanto mais claras forem as informações, menores são as chances de dúvidas ou desistências na compra.

Configure pagamentos e formas de envio

Disponibilize os meios de pagamento mais utilizados pelo público, como Pix, cartão de crédito e boleto.

Defina também regras de frete, prazos de entrega e opções de transportadoras, garantindo transparência em toda a jornada de compra.

Contar com uma plataforma de e-commerce eficiente é essencial nesse processo, afinal, os clientes não compram se não sentirem que aquele site é seguro, para fazer transações.

E o vendedor também não recebe os pagamentos se não contar com uma ferramenta profissional.

Por que a segurança é tão importante?

Um dos principais receios de quem pensa em como criar um e-commerce é a segurança nos pagamentos. Afinal, ninguém quer correr o risco de vender e não receber. 

Mas esse obstáculo pode ser superado com o uso das ferramentas certas.

Esse é o caso da Amanda Bella, um e-commerce de moda feminina.

E-commerce - Amanda Bela - Lojista Tray

Os empreendedores Amanda e Samir começaram com vendas presenciais em Guarulhos e logo se depararam com um problema comum: a inadimplência.

Sobre isso Amanda relata: “O valor que a gente teve de inadimplência vendendo na rua dava pra comprar um carro”. Foi aí que decidiram vender online com a Tray, o que fez com que o cenário mudasse completamente.

“Com a plataforma da Tray, os pedidos passaram a ser liberados apenas após o pagamento ser confirmado.”, conta Amanda.

Resultado: mais segurança, controle total e liberdade para crescer.

Avalie a integração com marketplaces

Para ampliar o alcance das vendas, você pode integrar sua loja a marketplaces. Essa estratégia ajuda a atingir novos públicos e centralizar a gestão de pedidos em um único lugar, facilitando a operação.

Personalize a comunicação com o cliente

Configure e-mails automáticos com a identidade da sua marca, incluindo confirmações de pedido, atualizações de envio e mensagens de recuperação de carrinho.

Uma comunicação clara fortalece o relacionamento e melhora a experiência do cliente.

Faça o lançamento e divulgue sua loja

Com tudo configurado, lance o e-commerce e invista em divulgação. Utilize redes sociais, anúncios pagos e outras estratégias de marketing digital para atrair os primeiros visitantes e transformar acessos em vendas.

Inauguração de loja virtual: estratégias que funcionam do pré ao pós lançamento

Principais vantagens de vender no e-commerce

O e-commerce vem se consolidando como uma das formas mais eficazes de comércio na era digital. 

Seus benefícios não se restringem à simples venda online, já que transforma a maneira como os negócios operam e crescem no mercado atual. Entenda as vantagens desse modelo.

Atuação global

Ao montar um comércio eletrônico, você tem a possibilidade de alcançar clientes em qualquer lugar do mundo, sem limitações geográficas.

Diferentemente dos empreendimentos físicos, que dependem da localização, as lojas online podem apresentar produtos para consumidores de diversos países, ampliando exponencialmente o mercado potencial.

Isso cria oportunidades para negócios que querem crescer e explorar nichos internacionais, aproveitando canais de venda e logística globalizados.

Vendas globais - alcance do e-commerce

Disponibilidade 24 horas

Uma loja virtual nunca fecha. Com o e-commerce, as vendas acontecem 24 horas por dia, 7 dias por semana, garantindo que o consumidor possa comprar quando e onde quiser.

Além disso, graças à popularização dos smartphones, a loja está sempre ao alcance do cliente, literalmente na palma da mão. 

Desse modo, o negócio está presente em todos os lugares, conectado a potenciais compradores a qualquer hora, aumentando as vendas.

Operação simples para começar + escalabilidade

Abrir e gerenciar um e-commerce pode ser muito mais fácil do que muitos imaginam. 

Plataformas modernas oferecem ferramentas intuitivas, que permitem criar a loja virtual, cadastrar produtos, controlar pedidos e gerenciar o estoque rapidamente, mesmo sem conhecimento técnico avançado.

Grandes operações hoje, já foram pequenas antes e uma plataforma de e-commerce robusta como a Tray foi fundamental para o processo de crescimento das marcas.

É isso que conta André Garcia, CEO da FutFanatics, um dos maiores e-commerces de produtos esportivos do país que possui uma loja virtual criada e gerenciada pela Tray desde o seu lançamento. 

“Começamos com um sonho pequeno e não sabíamos que íamos crescer tanto. Quando tudo começou foram alguns dias de angústia até chegar o primeiro pedido, e hoje temos pedidos a cada 5 segundos”.

André ainda passa mais algumas dicas importantes para quem está começando a empreender:

“Quando você começa de forma pequena, você sempre almeja ser grande. Por isso, é muito importante já iniciar com uma plataforma que vai suportar essa escalada ao longo dos anos”.

Custos operacionais reduzidos

Empreender no âmbito virtual costuma ser muito mais barato do que investir em uma loja física. 

O comércio eletrônico elimina gastos com aluguel, grandes estoques iniciais e despesas com manutenção do espaço.

A gestão simplificada das operações e o uso de plataformas prontas, como a Tray, também tornam o investimento inicial mais acessível, ideal para empreendedores que estão começando e querem minimizar os riscos financeiros.

💡 Leia mais: 15 ideias de negócios para começar com pouco dinheiro

Atendimento personalizado

No e-commerce, o atendimento vai além do contato tradicional. Por meio da coleta e análise de dados dos clientes, pode-se entender melhor seus interesses, comportamentos e preferências.

Com isso, o empreendimento pode desenvolver uma experiência de compra personalizada, com recomendações de produtos sob medida e ofertas especiais que aumentam a satisfação e a fidelização. 

Esse nível de personalização cria um diferencial competitivo crucial para o mercado digital.

Conheça os principais tipos de e-commerce

Nem todo o e-commerce funciona da mesma forma. Há diferentes modelos de operação nessa área, cada um com suas características, públicos e estratégias de venda.

Conheça os principais tipos de e-commerce, o que é fundamental para escolher o formato mais adequado ao seu negócio e definir como será a estrutura de vendas online.

1 – Business to Consumer (B2C)

Muito comum no varejo online, o Business to Consumer (B2C), se refere à venda direta de empresas para consumidores finais.

Lojas virtuais de moda, eletrônicos, beleza e alimentação operam nesse formato, buscando oferecer praticidade, variedade e conveniência.

O foco está em atrair tráfego, converter visitantes em compradores e garantir uma experiência de compra simples e eficiente.

2 – Direct to Consumer (D2C)

Ideal para marcas que desejam vender sem intermediários, o modelo Direct to Consumer (D2C), permite que o próprio fabricante ou criador comercialize seus produtos diretamente ao consumidor final.

Assim, é possível ter controle total sobre preços, experiência de compra e fidelização.

É muito utilizado por negócios que querem construir um relacionamento mais próximo com seu público, usando canais como loja virtual e redes sociais.

3 – Business to Business (B2B)

Quando uma empresa vende para outra, temos o modelo Business to Business (B2B). Nele, os pedidos costumam ser maiores, com prazos diferenciados e negociações personalizadas.

É mais usado por indústrias, distribuidores e fornecedores que abastecem revendedores ou negócios menores.

Plataformas B2B precisam ser robustas, com recursos como tabelas de preço por volume, login por CNPJ e gestão de pedidos recorrentes.

💡 Leia mais: B2B, B2C e D2C: quais as vantagens e desafios desses modelos de negócios

4 – Consumer to Consumer (C2C)

O modelo Consumer to Consumer (C2C) conecta pessoas físicas interessadas em vender e comprar produtos entre si. Ele é praticado em plataformas como OLX, Enjoei e Shopee, que funcionam como intermediárias nesse processo.

Essa modalidade é bastante utilizada para a venda de itens usados, artesanato ou comércio informal, proporcionando uma forma acessível de empreender sem grandes estruturas.

5 – Consumer to Business (C2B)

No Consumer to Business (C2B), o papel se inverte: o consumidor é quem oferece algo de valor para as empresas.

Exemplos incluem freelancers que prestam serviços digitais, fotógrafos que vendem imagens ou influenciadores que promovem marcas.

O C2B ganhou força com a internet e plataformas que facilitam a conexão entre talentos individuais e organizações que precisam de soluções sob demanda.

6 – Business to Government (B2G)

Empresas que fornecem produtos ou serviços para órgãos públicos atuam no modelo Business to Government (B2G). 

A realização dessas transações envolve processos licitatórios, contratos públicos e exigências técnicas rigorosas.

Geralmente, é mais usado em segmentos como tecnologia, obras, segurança e saúde. Para atuar nesse mercado, é necessário atender requisitos legais e estar preparado para vendas institucionais.

7 – Business to Employee (B2E)

No modelo Business to Employee (B2E), a empresa cria canais exclusivos para vender ou oferecer benefícios aos seus próprios colaboradores. 

Pode ser uma loja interna com preços especiais, programas de bem-estar, acesso a cursos ou serviços personalizados.

O objetivo dessa abordagem é fortalecer o vínculo com a equipe, valorizar o funcionário e contribuir para um ambiente corporativo mais engajado.

E-commerce ou marketplace: em qual investir primeiro?

A escolha entre e-commerce ou marketplace depende do seu momento, dos seus objetivos e da estrutura que você tem hoje.

Não existe uma resposta única, mas sim a opção mais estratégica para cada cenário.

Se você está começando agora e precisa vender rápido, o marketplace costuma ser o caminho mais curto.

Essas plataformas já concentram um grande volume de acessos, o que reduz a necessidade de investimento inicial em marketing e permite validar produtos, preços e demanda com mais agilidade.

É uma boa alternativa para entender o comportamento do consumidor e gerar caixa no início da operação.

Por outro lado, investir em um e-commerce próprio é fundamental para quem pensa no longo prazo.

A loja virtual permite construir marca, ter controle total sobre a experiência do cliente, definir estratégias de preço e relacionamento e não depender de comissões ou regras de terceiros.

Embora exija mais esforço de divulgação, o e-commerce se torna um ativo do negócio.

Na prática, a estratégia mais eficiente costuma ser a combinação dos dois modelos.

Muitos lojistas começam vendendo em marketplaces para ganhar visibilidade e faturamento e, em paralelo ou em um segundo momento, estruturam o e-commerce próprio para fortalecer a marca e aumentar a margem de lucro.

Se o objetivo é sustentabilidade e crescimento, o ideal é enxergar o marketplace como um canal de entrada e o e-commerce como a base do negócio.

Assim, você aproveita o melhor dos dois mundos e constrói uma operação mais equilibrada e escalável.

Dicas para fazer a gestão do seu e-commerce de um jeito mais eficiente

Uma boa gestão vai muito além de acompanhar pedidos. Ela envolve processos bem definidos, uso inteligente de dados e decisões estratégicas contínuas.

Veja como aprofundar cada pilar da gestão do e-commerce:

Controle de pedidos e operação

  • Padronize o fluxo do pedido, desde a aprovação do pagamento até a expedição.
  • Crie checklists para separação, embalagem e envio, reduzindo erros operacionais.
  • Acompanhe pedidos em tempo real para identificar gargalos e atrasos rapidamente.
  • Automatize status e notificações para o cliente, mantendo-o informado em cada etapa.

Gestão de estoque

  • Trabalhe com estoque mínimo e ponto de reposição bem definidos.
  • Identifique produtos com maior giro e priorize a reposição desses itens.
  • Evite excesso de estoque parado, que gera custo e perda de capital.
  • Planeje compras considerando datas sazonais e campanhas promocionais.

Gestão financeira

  • Separe finanças pessoais das finanças do negócio.
  • Tenha controle detalhado de custos fixos e variáveis.
  • Calcule corretamente o custo real de cada venda, incluindo taxas, impostos e frete.
  • Acompanhe indicadores como margem de contribuição, ticket médio e fluxo de caixa.

Logística e entregas

  • Ofereça opções de frete variadas, equilibrando preço e prazo.
  • Deixe prazos e custos de envio claros antes da finalização da compra.
  • Revise embalagens para reduzir custos e evitar avarias.
  • Tenha políticas de troca e devolução simples e bem comunicadas.

Atendimento ao cliente

  • Centralize os canais de atendimento para responder com mais agilidade.
  • Crie respostas padrão para dúvidas frequentes, sem perder o tom humano.
  • Trate reclamações como oportunidades de melhoria e fidelização.
  • Faça follow-up no pós-venda para entender a satisfação do cliente.

Pós-venda: o que é, sua importância e como fidelizar clientes através da boa prática!

Marketing e vendas

  • Invista em anúncios pagos com foco em performance, não apenas em alcance.
  • Trabalhe SEO para atrair tráfego qualificado no médio e longo prazo.
  • Use remarketing para impactar quem visitou o site ou abandonou o carrinho.
  • Aposte em e-mail marketing e automações para recuperar vendas e estimular recompra.
  • Crie ofertas claras, com benefícios bem destacados, não apenas descontos.

Análise de dados e melhoria contínua

  • Acompanhe métricas como taxa de conversão, CAC, LTV e abandono de carrinho.
  • Compare resultados entre períodos e canais de venda.
  • Teste variações de preço, layout, descrições e ofertas.
  • Use os dados para decisões práticas, não apenas para relatórios.

Métricas para e-commerce: quais são as principais e como usá-las para aumentar as vendas?

Marketing para vender mais no e-commerce

Algumas estratégia para vender mais no e-commerce que vão além do básico são:

Trabalhe oferta, não só produto

Venda soluções, kits, combos e benefícios claros. Um produto comum pode performar muito melhor quando está inserido em uma oferta bem construída, com ancoragem de preço, bônus ou condições especiais.

Use dados para tomar decisões (não achismos)

Analise quais produtos mais convertem, onde o cliente abandona o carrinho, quais canais trazem compradores mais qualificados e quais campanhas geram lucro real.

Pequenos ajustes baseados em dados costumam gerar grandes ganhos.

Otimize páginas que já recebem tráfego

Antes de investir mais em anúncios, melhore páginas que já têm visitas. Ajuste títulos, descrições, imagens, provas sociais, frete e prazos. Aumentar a conversão costuma ser mais barato do que atrair novos visitantes.

Explore gatilhos mentais com responsabilidade

Urgência, escassez, prova social e autoridade funcionam muito bem quando são reais. Destaque estoque limitado, avaliações de clientes, produtos mais vendidos ou condições por tempo determinado.

Gatilhos mentais: 25 exemplos para você usar nas suas vendas

Recupere vendas perdidas

Carrinhos abandonados, visitas sem compra e clientes inativos são oportunidades escondidas. Estratégias de remarketing, e-mails e mensagens automáticas podem trazer de volta vendas que já estavam quase fechadas.

Aumente o ticket médio estrategicamente

Sugira produtos complementares, ofereça frete grátis a partir de um valor mínimo ou crie descontos progressivos. Vender mais para o mesmo cliente costuma ser mais eficiente do que buscar novos.

Invista em pós-venda e recompra

Quem já comprou tem muito mais chance de comprar novamente. Crie uma boa experiência após a venda, comunique-se bem e ofereça vantagens para clientes recorrentes.

Teste constantemente

Teste preços, layouts, ofertas, chamadas e campanhas. Pequenas variações podem gerar grandes diferenças de resultado. O e-commerce que cresce é aquele que testa, mede e ajusta o tempo todo.

Vender mais no e-commerce não depende só de volume de tráfego, mas de estratégia, análise e execução inteligente. Quem domina isso sai na frente, mesmo em mercados competitivos.

Por que montar seu e-commerce na Tray?

A Tray é uma excelente escolha para quem quer montar um e-commerce com estrutura profissional desde o início, sem complicação e com espaço real para crescer.

A plataforma foi pensada para atender o lojista brasileiro, levando em conta a realidade do mercado, meios de pagamento, logística e integração com os principais canais de venda.

Um dos grandes diferenciais da Tray é que ela vai além de “colocar uma loja no ar”.

Ela entrega uma base completa para o negócio funcionar de verdade, com recursos que ajudam a vender mais, ganhar eficiência operacional e escalar com segurança.

Outro ponto forte está na flexibilidade dos planos.

A Tray oferece opções que atendem desde quem está começando do zero até operações mais robustas, com maior volume de pedidos.

Isso permite começar com um investimento acessível e evoluir conforme o crescimento do e-commerce, sem a necessidade de trocar de plataforma no futuro.

Entre as principais vantagens da Tray, vale destacar:

  • Facilidade de uso, mesmo para quem não tem conhecimento técnico
  • Layouts profissionais e personalizáveis, focados em conversão
  • Checkout otimizado, que reduz abandono de carrinho
  • Integração com meios de pagamento, frete, ERPs e marketplaces
  • Recursos nativos de marketing e vendas, que ajudam a impulsionar resultados
  • Estabilidade e segurança, fundamentais para quem vende online

Além disso, a Tray oferece excelente custo-benefício. Mesmo nos planos mais acessíveis, o lojista já conta com ferramentas que, em outras plataformas, costumam aparecer apenas em planos avançados.

Quanto custa montar um e-commerce na Tray?

PlanoPreço mensalIndicado paraPrincipais recursos
StartA partir de R$19/mês*Quem está começandoProdutos ilimitados, loja virtual completa, limite de faturamento inicial
BásicoA partir de R$59/mêsQuem já fez as primeiras vendasIntegrações, gestão de pedidos e recursos iniciais
CrescimentoA partir de R$99/mêsLojistas em expansãoMais produtos, recursos de marketing e automações
ExpansãoA partir de R$199/mêsOperações estruturadasMaior controle, integrações e escalabilidade
AvançadoA partir de R$449/mêsLojas em crescimento aceleradoRecursos completos, automação e suporte robusto
CorporativoSob consultaGrandes operaçõesInfraestrutura dedicada, alta performance e suporte prioritário

Observação:
* O valor de R$19/mês é válido apenas no plano anual. No plano mensal é a partir de 59/mês. Além disso, os preços podem variar conforme campanhas, período de contratação e necessidades da operação.

Dica: os planos podem incluir tarifas sobre algumas integrações (como marketplaces) dependendo do uso, então é importante verificar isso antes de contratar.

Empresas que confiaram na Tray e são um sucesso

Da Luz (moda feminina)

A Da Luz surgiu na Zona Norte do Rio de Janeiro a partir do olhar empreendedor de Juliana e Marco, que em 2012 transformaram uma antiga loja de pipas em uma marca de moda feminina com identidade própria.

O propósito sempre foi claro: oferecer peças modernas, acessíveis e que valorizassem a autenticidade de cada cliente.

Em 2015, a marca deu um passo decisivo ao lançar sua loja virtual, ampliando o alcance para todo o Brasil.

Com uma equipe familiar e enxuta, a operação passou a equilibrar curadoria de fornecedores com produção própria, mantendo controle de qualidade e agilidade.

A entrada no digital exigiu estrutura, e foi nesse momento que a Tray se tornou uma aliada estratégica.

A plataforma permitiu automatizar cadastros de produtos, controle de estoque, meios de pagamento e gestão de pedidos, trazendo eficiência e segurança para a operação.

Com recursos nativos de marketing, como cupons, recuperação de carrinho e integração com redes sociais, a Da Luz conseguiu escalar as vendas e fidelizar clientes.

A base tecnológica foi essencial para que a marca evoluísse de um negócio local para uma referência digital no segmento de moda feminina.

Da Luz - Lojista Tray

Coala (essências e fragrâncias)

A Coala Essências Aromáticas iniciou sua trajetória em 1989, no interior de São Paulo, com foco na produção de essência concentrada de eucalipto, reconhecida pelo alto rendimento e padrão de qualidade.

Com o passar dos anos, o portfólio se expandiu e hoje inclui fragrâncias, sprays de ambiente e produtos de limpeza perfumados.

Presente em grandes redes de varejo e supermercados, a marca sempre investiu em processos e tecnologia para sustentar um crescimento consistente.

O passo seguinte foi ampliar sua presença no digital e fortalecer o canal direto com o consumidor.

Para isso, a Coala escolheu a Tray como base de sua loja virtual. A plataforma permitiu centralizar o controle de estoque, simplificar a gestão de pedidos e sincronizar as vendas em um único painel.

Além disso, recursos como recuperação de carrinho e e-mail marketing automatizado contribuíram para aumentar as vendas recorrentes e melhorar a fidelização.

Essa estrutura foi fundamental para transformar uma operação regional em uma presença digital nacional, com crescimento sustentável.

Coala - Lojsta Tray

Petrizi Makeup (maquiagem)

Criada em 2020 pela maquiadora e influenciadora Fernanda Petrizi, a Petrizi Makeup nasceu com a proposta de unir performance profissional, leveza e uma identidade marcante.

Após mais de dez anos de experiência nos bastidores da beleza, Fernanda transformou seu conhecimento em uma marca digital forte e conectada com o público.

Em pouco tempo, produtos como lip oils, blushes cremosos e iluminadores ganharam destaque e viralizaram nas redes sociais, impulsionando um crescimento acelerado da marca.

Com o aumento da demanda, a estrutura do e-commerce passou a ser um ponto central da operação.

A Tray entrou como suporte estratégico para profissionalizar os bastidores do negócio.

A plataforma deu autonomia à equipe para gerenciar catálogo, promoções, estoque e pedidos com mais agilidade, além de oferecer integração com diversos meios de pagamento e logística eficiente.

Hoje, a Petrizi Makeup é mais do que uma loja virtual: é uma comunidade engajada que cresce a cada lançamento.

Por trás dessa expansão, está uma base tecnológica preparada para escalar, como acontece com diversas marcas que utilizam a Tray para crescer no digital.

Petrizi Makeup

O que todas essas marcas têm em comum? Todas confiaram na Tray para começar seu e-commerce e hoje são um sucesso absoluto de vendas.

Agora que você já entendeu o que é e-commerce e como esse modelo funciona na prática, o próximo passo é sair da teoria e começar a estruturar o seu próprio negócio online.

Com a plataforma certa, você consegue criar sua loja virtual, organizar sua operação e vender pela internet com mais controle, profissionalismo e potencial de crescimento.

Se você quer dar esse passo com mais segurança, faça isso com a Tray e comece sua história de sucesso.

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document.addEventListener('DOMContentLoaded', function() { var form = document.querySelector('#contatoFormElementor'); form.addEventListener('submit', function(event) { startCountdown(); }); }); function startCountdown() { var countdown = 60; var countdownElement = document.getElementById('countdown'); countdownElement.textContent = countdown; // Atualiza o contador inicialmente // Oculta o formulário e mostra o contador document.getElementById('contatoFormElementor').style.display = 'none'; document.getElementById('countdownContainer').style.display = 'block'; var countdownInterval = setInterval(function() { countdown--; countdownElement.textContent = countdown; if (countdown <= 0) { clearInterval(countdownInterval); } }, 1000); }

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document.addEventListener('DOMContentLoaded', function() { var sumarioSelector = '.sumario-topicos-post-01.elementor-toc--collapsed'; var listItemSelector = '.elementor-toc__list-item-text'; // Só executa se o sumário existir var sumario = document.querySelector(sumarioSelector); if (!sumario) return; function removeCollapsedClass() { sumario.classList.remove('elementor-toc--collapsed'); } function attachClickEventToItems() { var listItems = document.querySelectorAll(listItemSelector); if (!listItems.length) return; listItems.forEach(function(item) { item.addEventListener('click', removeCollapsedClass, { once: true }); }); } function checkElementsLoaded(retries = 10) { var elementsLoaded = document.querySelectorAll(listItemSelector).length > 0; if (elementsLoaded) { attachClickEventToItems(); } else if (retries > 0) { setTimeout(function() { checkElementsLoaded(retries - 1); }, 100); } } checkElementsLoaded(); });

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