O que é e-commerce? Entenda como funciona e como montar uma loja virtual

E-commerce, ou comércio eletrônico, é o modelo de negócio que permite vender e comprar produtos ou serviços pela internet por meio de uma loja virtual, marketplace ou outro canal digital. Todo o processo de compra, pagamento e, em muitos casos, acompanhamento da entrega acontece online, tornando o e-commerce um dos principais formatos de venda do varejo moderno.
o que é e-commerce

Principais tópicos

O e-commerce deixou de ser uma alternativa para se tornar um dos principais canais de vendas do varejo.

Hoje, as empresas de todos os portes utilizam a internet para vender produtos, alcançar consumidores em diferentes regiões e assim expandir seus negócios sem as limitações de uma loja física.

Esse modelo reúne tecnologia, praticidade e escalabilidade em uma única operação.

Com uma loja virtual ou outros canais digitais, é possível apresentar produtos, receber pagamentos, gerenciar pedidos e realizar entregas para clientes em todo o país.

Se você está começando a empreender ou quer entender melhor como funciona o comércio eletrônico, conhecer esse conceito é o primeiro passo para tomar decisões mais estratégicas.

Neste artigo, você vai descobrir o que é e-commerce, como esse modelo funciona na prática, quais são seus principais tipos e como criar uma loja virtual do zero preparada para crescer. Vamos lá?

O que é e-commerce?

E-commerce, ou comércio eletrônico, é o modelo de compra e venda de produtos ou serviços realizado pela internet, por meio de lojas virtuais, marketplaces, aplicativos ou outros canais digitais.

Na prática, o e-commerce permite que empresas e empreendedores comercializem produtos online, enquanto consumidores podem pesquisar, comparar preços e realizar compras sem precisar se deslocar até uma loja física.

Esse modelo de negócio engloba toda a jornada de compra digital, desde a divulgação dos produtos até o pagamento, processamento do pedido, entrega e pós-venda.

O que é e-commerceResumo
O que é?Modelo de negócio que permite vender produtos e serviços pela internet.
Como funciona?As vendas acontecem por meio de uma loja virtual, marketplace ou outros canais digitais, com pagamento e gestão online.
Quem pode vender?Empresas, MEIs, autônomos e empreendedores de diferentes segmentos.
Principais vantagensMaior alcance, funcionamento 24 horas, redução de custos e possibilidade de expansão.
Principais desafiosAtrair clientes, gerenciar logística, oferecer uma boa experiência de compra e enfrentar a concorrência.
Exemplos de e-commerceLojas virtuais próprias, Mercado Livre, Amazon, Shopee e Magalu.
Como começar?Escolha uma plataforma de e-commerce, cadastre seus produtos, configure pagamentos e comece a vender.

Como o e-commerce funciona na prática?

Na visão do comprador

Para quem compra, o e-commerce funciona como uma loja acessível a qualquer momento, onde é possível pesquisar produtos, comparar preços e finalizar a compra sem sair de casa.

Todo o processo acontece online, de forma rápida e prática, seguindo algumas etapas simples.

  • Descoberta da loja
    O consumidor encontra a loja virtual por meio de buscas no Google, redes sociais, anúncios ou marketplaces. Ao acessar o site, ele pode navegar pelas categorias e visualizar os produtos disponíveis.
  • Pesquisa e comparação de produtos
    Antes de comprar, o cliente analisa informações como preço, avaliações, fotos, características do produto e prazo de entrega.
  • Adição ao carrinho
    Após escolher o produto, o consumidor adiciona ao carrinho e pode continuar navegando ou seguir diretamente para finalizar a compra.
  • Preenchimento dos dados de entrega
    No checkout, informa o endereço, escolhe a forma de envio e visualiza o valor do frete e o prazo de entrega.
  • Escolha da forma de pagamento
    Seleciona a forma de pagamento mais conveniente, como Pix, cartão de crédito, boleto ou carteiras digitais.
  • Confirmação da compra
    Após a aprovação do pagamento, recebe a confirmação do pedido por e-mail ou mensagem, com todos os detalhes da compra.
  • Acompanhamento da entrega
    Durante o envio, pode acompanhar o rastreamento da encomenda até a chegada no endereço informado.
  • Recebimento e pós-compra
    Após receber o produto, pode avaliar a compra, solicitar troca ou devolução e, se tiver uma boa experiência, voltar a comprar.

Na visão do lojista

  • Criação da loja virtual
    O primeiro passo é escolher uma plataforma de e-commerce. Nesse ambiente, o lojista configura o site, define layout, categorias e toda a estrutura da loja.
  • Cadastro de produtos
    O lojista adiciona os produtos que serão vendidos, incluindo título, descrição, fotos, preço, variações (como tamanho ou cor) e controle de estoque.
  • Divulgação da loja
    Para atrair visitantes, investe em estratégias de marketing digital, como SEO, redes sociais, anúncios pagos, e-mail marketing ou marketplaces.
  • Recebimento de pedidos
    Quando uma compra é realizada, o pedido aparece automaticamente no painel da loja, com todas as informações necessárias.
  • Processamento do pagamento
    O pagamento é feito por meio de gateways ou intermediadores. Após a aprovação, o pedido é liberado para envio.
  • Separação e embalagem
    O produto é separado no estoque, embalado corretamente e preparado para envio.
  • Envio e logística
    O pedido é enviado por transportadoras ou Correios, e o cliente recebe o código de rastreamento.
  • Atendimento e pós-venda
    Após a entrega, o lojista presta suporte, auxiliando em dúvidas, trocas, devoluções e garantindo uma boa experiência.

Na visão do lojista, um e-commerce funciona como uma estrutura digital de vendas, onde a empresa expõe seus produtos, recebe pedidos online, processa pagamentos e realiza a entrega para os clientes.

Toda a operação acontece por meio de uma plataforma de loja virtual que centraliza a gestão do negócio.

Processo de um e-commerce na prática
Ilustração de como funciona o e-commerce na prática

E-commerce vale a pena?

Sim, investir em e-commerce pode valer muito a pena para empresas que desejam ampliar suas vendas, alcançar novos clientes e reduzir a dependência de uma loja física.

No entanto, os resultados não acontecem apenas por estar online. É preciso planejamento, escolha adequada de nicho, boa gestão da operação e estratégias consistentes para atrair clientes.

Também é importante avaliar a estrutura que sustentará o negócio. Independentemente da plataforma escolhida, considere recursos disponíveis, segurança, integrações, suporte, meios de pagamento, logística e capacidade de crescimento.

Apesar das vantagens, vender online também traz desafios, como concorrência, gestão de estoque, atendimento, proteção de dados e aquisição de clientes.

Por isso, o e-commerce vale a pena quando é tratado como um canal estratégico de vendas, e não apenas como uma loja publicada na internet.

Como montar um e-commerce do zero? Passo a passo simplificado

Criar um e-commerce exige planejamento, mas hoje o processo está muito mais acessível do que há alguns anos.

Com as ferramentas certas, é possível colocar uma loja virtual no ar mesmo sem conhecimentos técnicos avançados.

Veja os principais passos para começar:

1. Escolha uma plataforma de e-commerce

O primeiro passo é escolher a plataforma que será responsável por toda a operação da loja virtual.

Ao comparar as opções disponíveis, considere fatores como facilidade de uso, recursos de gestão, integrações, suporte e capacidade de acompanhar o crescimento do negócio.

A Tray se destaca nesse cenário por oferecer uma estrutura completa para quem deseja vender online.

A plataforma reúne recursos para criação da loja virtual, integração com marketplaces, meios de pagamento, logística e ferramentas de marketing em um único ambiente.

Além disso, atende desde empreendedores iniciantes até operações mais robustas, permitindo que o negócio cresça sem a necessidade de trocar de plataforma no futuro.

Conheça mais sobre a Tray no vídeo abaixo:

2. Defina o domínio da sua loja

O domínio é o endereço da sua loja na internet, como www.sualoja.com.br.

Escolha um nome fácil de lembrar, alinhado à sua marca e simples de digitar. Ter um domínio próprio transmite mais profissionalismo e aumenta a confiança do consumidor.

Como registrar um domínio?

  1. Escolha o nome desejado.
  2. Verifique a disponibilidade no Registro.br.
  3. Crie uma conta utilizando CPF ou CNPJ.
  4. Realize o registro do domínio.
  5. Efetue o pagamento da taxa anual.
  6. Configure o domínio para apontar para a sua plataforma de e-commerce.
  7. Aguarde a propagação do DNS.

Importante: o Registro.br cobra uma taxa anual pelo registro do domínio.

3. Personalize o layout da loja

A identidade visual é um dos fatores que influenciam a percepção de profissionalismo do consumidor.

Personalize a loja com logotipo, banners, cores e imagens alinhadas à identidade da marca. Um layout organizado melhora a experiência de navegação e pode contribuir para aumentar as conversões.

💡Conheça a loja de temas da Tray

Print da loja de temas - Tray

4. Cadastre produtos e organize categorias

Organize os produtos em categorias e subcategorias claras.

Além disso, invista em descrições completas, boas imagens e informações detalhadas sobre medidas, características, cores e variações.

Quanto mais informações o consumidor encontrar, menores serão as chances de abandono da compra.

5. Configure pagamentos e formas de envio

Disponibilize os meios de pagamento mais utilizados pelo seu público, como Pix, cartão de crédito e boleto.

Também defina opções de frete, prazos de entrega e regras de envio.

Segurança é um fator decisivo para qualquer e-commerce. Os consumidores precisam confiar que seus dados estão protegidos e que o pagamento será processado corretamente.

Por isso, contar com uma plataforma profissional faz toda a diferença.

6. Avalie a integração com marketplaces

Integrar a loja virtual a marketplaces pode ampliar significativamente o alcance das vendas.

Essa estratégia permite vender em diferentes canais e centralizar a gestão dos pedidos em um único sistema, tornando a operação mais eficiente.

7. Personalize a comunicação com os clientes

Configure e-mails automáticos para confirmação de pedidos, atualização de entrega e recuperação de carrinho abandonado.

Uma comunicação clara e consistente melhora a experiência do cliente e fortalece o relacionamento com a marca.

8. Lance a loja e invista em divulgação

Depois de configurar a operação, é hora de lançar o e-commerce.

Invista em estratégias de divulgação, como SEO, redes sociais, anúncios pagos e e-mail marketing para atrair visitantes e conquistar as primeiras vendas.

💡 Leia também: Inauguração de loja virtual: estratégias que funcionam do pré ao pós-lançamento.

Principais vantagens de vender no e-commerce

O e-commerce vem se consolidando como uma das formas mais eficazes de comércio na era digital. 

Seus benefícios não se restringem à simples venda online, já que transforma a maneira como os negócios operam e crescem no mercado atual. Entenda as vantagens desse modelo.

Atuação global

Ao montar um comércio eletrônico, você tem a possibilidade de alcançar clientes em qualquer lugar do mundo, sem limitações geográficas.

Diferentemente dos empreendimentos físicos, que dependem da localização, as lojas online podem apresentar produtos para consumidores de diversos países, ampliando exponencialmente o mercado potencial.

Isso cria oportunidades para negócios que querem crescer e explorar nichos internacionais, aproveitando canais de venda e logística globalizados.

Disponibilidade 24 horas

Uma loja virtual nunca fecha. Com o e-commerce, as vendas acontecem 24 horas por dia, 7 dias por semana, garantindo que o consumidor possa comprar quando e onde quiser.

Além disso, graças à popularização dos smartphones, a loja está sempre ao alcance do cliente, literalmente na palma da mão. 

Desse modo, o negócio está presente em todos os lugares, conectado a potenciais compradores a qualquer hora, aumentando as vendas.

Operação simples para começar + escalabilidade

Abrir e gerenciar um e-commerce pode ser muito mais fácil do que muitos imaginam. 

Plataformas modernas oferecem ferramentas intuitivas, que permitem criar a loja virtual, cadastrar produtos, controlar pedidos e gerenciar o estoque rapidamente, mesmo sem conhecimento técnico avançado.

Grandes operações hoje, já foram pequenas antes e uma plataforma de e-commerce robusta como a Tray foi fundamental para o processo de crescimento das marcas.

É isso que conta André Garcia, CEO da FutFanatics, um dos maiores e-commerces de produtos esportivos do país que possui uma loja virtual criada e gerenciada pela Tray desde o seu lançamento. 

“Começamos com um sonho pequeno e não sabíamos que íamos crescer tanto. Quando tudo começou foram alguns dias de angústia até chegar o primeiro pedido, e hoje temos pedidos a cada 5 segundos”.

André ainda passa mais algumas dicas importantes para quem está começando a empreender:

“Quando você começa de forma pequena, você sempre almeja ser grande. Por isso, é muito importante já iniciar com uma plataforma que vai suportar essa escalada ao longo dos anos”.

Custos operacionais reduzidos

Empreender no âmbito virtual costuma ser muito mais barato do que investir em uma loja física. 

O comércio eletrônico elimina gastos com aluguel, grandes estoques iniciais e despesas com manutenção do espaço.

A gestão simplificada das operações e o uso de plataformas prontas, como a Tray, também tornam o investimento inicial mais acessível, ideal para empreendedores que estão começando e querem minimizar os riscos financeiros.

💡 Leia mais: 15 ideias de negócios para começar com pouco dinheiro

Atendimento personalizado

No e-commerce, o atendimento vai além do contato tradicional. Por meio da coleta e análise de dados dos clientes, pode-se entender melhor seus interesses, comportamentos e preferências.

Com isso, o empreendimento pode desenvolver uma experiência de compra personalizada, com recomendações de produtos sob medida e ofertas especiais que aumentam a satisfação e a fidelização. 

Esse nível de personalização cria um diferencial competitivo crucial para o mercado digital.

Quais são os principais tipos de e-commerce?

Nem todo o e-commerce funciona da mesma forma. Há diferentes modelos de operação nessa área, cada um com suas características, públicos e estratégias de venda.

Conheça os principais tipos de e-commerce, o que é fundamental para escolher o formato mais adequado ao seu negócio e definir como será a estrutura de vendas online.

1 – Business to Consumer (B2C)

Muito comum no varejo online, o Business to Consumer (B2C), se refere à venda direta de empresas para consumidores finais.

Lojas virtuais de moda, eletrônicos, beleza e alimentação operam nesse formato, buscando oferecer praticidade, variedade e conveniência.

O foco está em atrair tráfego, converter visitantes em compradores e garantir uma experiência de compra simples e eficiente.

2 – Direct to Consumer (D2C)

Ideal para marcas que desejam vender sem intermediários, o modelo Direct to Consumer (D2C), permite que o próprio fabricante ou criador comercialize seus produtos diretamente ao consumidor final.

Assim, é possível ter controle total sobre preços, experiência de compra e fidelização.

É muito utilizado por negócios que querem construir um relacionamento mais próximo com seu público, usando canais como loja virtual e redes sociais.

3 – Business to Business (B2B)

Quando uma empresa vende para outra, temos o modelo Business to Business (B2B). Nele, os pedidos costumam ser maiores, com prazos diferenciados e negociações personalizadas.

É mais usado por indústrias, distribuidores e fornecedores que abastecem revendedores ou negócios menores.

Plataformas B2B precisam ser robustas, com recursos como tabelas de preço por volume, login por CNPJ e gestão de pedidos recorrentes.

💡 Leia mais: B2B, B2C e D2C: quais as vantagens e desafios desses modelos de negócios

4 – Consumer to Consumer (C2C)

O modelo Consumer to Consumer (C2C) conecta pessoas físicas interessadas em vender e comprar produtos entre si. Ele é praticado em plataformas como OLX, Enjoei e Shopee, que funcionam como intermediárias nesse processo.

Essa modalidade é bastante utilizada para a venda de itens usados, artesanato ou comércio informal, proporcionando uma forma acessível de empreender sem grandes estruturas.

5 – Consumer to Business (C2B)

No Consumer to Business (C2B), o papel se inverte: o consumidor é quem oferece algo de valor para as empresas.

Exemplos incluem freelancers que prestam serviços digitais, fotógrafos que vendem imagens ou influenciadores que promovem marcas.

O C2B ganhou força com a internet e plataformas que facilitam a conexão entre talentos individuais e organizações que precisam de soluções sob demanda.

6 – Business to Government (B2G)

Empresas que fornecem produtos ou serviços para órgãos públicos atuam no modelo Business to Government (B2G). 

A realização dessas transações envolve processos licitatórios, contratos públicos e exigências técnicas rigorosas.

Geralmente, é mais usado em segmentos como tecnologia, obras, segurança e saúde. Para atuar nesse mercado, é necessário atender requisitos legais e estar preparado para vendas institucionais.

7 – Business to Employee (B2E)

No modelo Business to Employee (B2E), a empresa cria canais exclusivos para vender ou oferecer benefícios aos seus próprios colaboradores. 

Pode ser uma loja interna com preços especiais, programas de bem-estar, acesso a cursos ou serviços personalizados.

O objetivo dessa abordagem é fortalecer o vínculo com a equipe, valorizar o funcionário e contribuir para um ambiente corporativo mais engajado.

E-commerce ou marketplace: em qual investir primeiro?

A escolha entre um e-commerce próprio e um marketplace depende dos objetivos da empresa, do orçamento disponível e da estratégia de crescimento do negócio.

Em vez de pensar em qual é melhor, vale entender o papel que cada canal desempenha dentro da operação.

Se a prioridade é começar a vender rapidamente e aproveitar uma audiência já consolidada, os marketplaces podem ser uma boa porta de entrada.

Plataformas como Mercado Livre, Amazon e Shopee recebem milhões de visitantes todos os dias, facilitando a conquista das primeiras vendas e a validação de produtos com menor investimento inicial em divulgação.

Já o e-commerce próprio oferece vantagens importantes para quem deseja construir uma marca sólida.

Com uma loja virtual, a empresa tem mais autonomia para definir preços, criar campanhas, personalizar a experiência de compra, desenvolver o relacionamento com os clientes e reduzir a dependência das regras e comissões de terceiros.

Na prática, muitos negócios utilizam os dois canais de forma complementar.

Os marketplaces ajudam a ampliar o alcance da marca e gerar volume de vendas, enquanto a loja virtual fortalece a identidade do negócio, aumenta a fidelização dos clientes e melhora a rentabilidade da operação.

Por isso, a estratégia mais eficiente costuma ser integrar os dois modelos.

Dessa forma, o marketplace funciona como um importante canal de aquisição de clientes, enquanto o e-commerce se consolida como a base da operação e um ativo estratégico para o crescimento sustentável da empresa.

Empresas que confiaram na Tray e são um sucesso

Um exemplo é a Amanda Bella, loja de moda feminina fundada em 2015 por Amanda e Samir.

O casal iniciou o negócio com o objetivo de oferecer roupas para o público evangélico e executivo com preço justo, mas enfrentava um desafio comum nas vendas presenciais: a inadimplência.

Amanda lembra que os prejuízos eram significativos:

“O valor que a gente teve de inadimplência vendendo na rua dava para comprar um carro.”

Ao migrar a operação para uma loja virtual na Tray, o processo de vendas ganhou mais segurança.

Como os pedidos só são liberados após a confirmação do pagamento, o casal reduziu o risco de inadimplência e passou a ter mais controle sobre a operação.

Segundo Amanda:

“Com a plataforma da Tray, os pedidos passaram a ser liberados apenas após o pagamento ser confirmado.”

A mudança trouxe mais previsibilidade financeira e permitiu que a empresa direcionasse seus esforços para o crescimento do negócio, em vez de lidar com problemas relacionados à cobrança e ao recebimento das vendas.

Loja Amanda Bella

Da Luz (moda feminina)

A Da Luz surgiu na Zona Norte do Rio de Janeiro a partir do olhar empreendedor de Juliana e Marco, que em 2012 transformaram uma antiga loja de pipas em uma marca de moda feminina com identidade própria.

O propósito sempre foi claro: oferecer peças modernas, acessíveis e que valorizassem a autenticidade de cada cliente.

Em 2015, a marca deu um passo decisivo ao lançar sua loja virtual, ampliando o alcance para todo o Brasil.

Com uma equipe familiar e enxuta, a operação passou a equilibrar curadoria de fornecedores com produção própria, mantendo controle de qualidade e agilidade.

A entrada no digital exigiu estrutura, e foi nesse momento que a Tray se tornou uma aliada estratégica.

A plataforma permitiu automatizar cadastros de produtos, controle de estoque, meios de pagamento e gestão de pedidos, trazendo eficiência e segurança para a operação.

Com recursos nativos de marketing, como cupons, recuperação de carrinho e integração com redes sociais, a Da Luz conseguiu escalar as vendas e fidelizar clientes.

A base tecnológica foi essencial para que a marca evoluísse de um negócio local para uma referência digital no segmento de moda feminina.

Da Luz - Lojista Tray

Coala (essências e fragrâncias)

A Coala Essências Aromáticas iniciou sua trajetória em 1989, no interior de São Paulo, com foco na produção de essência concentrada de eucalipto, reconhecida pelo alto rendimento e padrão de qualidade.

Com o passar dos anos, o portfólio se expandiu e hoje inclui fragrâncias, sprays de ambiente e produtos de limpeza perfumados.

Presente em grandes redes de varejo e supermercados, a marca sempre investiu em processos e tecnologia para sustentar um crescimento consistente.

O passo seguinte foi ampliar sua presença no digital e fortalecer o canal direto com o consumidor.

Para isso, a Coala escolheu a Tray como base de sua loja virtual. A plataforma permitiu centralizar o controle de estoque, simplificar a gestão de pedidos e sincronizar as vendas em um único painel.

Além disso, recursos como recuperação de carrinho e e-mail marketing automatizado contribuíram para aumentar as vendas recorrentes e melhorar a fidelização.

Essa estrutura foi fundamental para transformar uma operação regional em uma presença digital nacional, com crescimento sustentável.

Coala - Lojsta Tray

Petrizi Makeup (maquiagem)

Criada em 2020 pela maquiadora e influenciadora Fernanda Petrizi, a Petrizi Makeup nasceu com a proposta de unir performance profissional, leveza e uma identidade marcante.

Após mais de dez anos de experiência nos bastidores da beleza, Fernanda transformou seu conhecimento em uma marca digital forte e conectada com o público.

Em pouco tempo, produtos como lip oils, blushes cremosos e iluminadores ganharam destaque e viralizaram nas redes sociais, impulsionando um crescimento acelerado da marca.

Com o aumento da demanda, a estrutura do e-commerce passou a ser um ponto central da operação.

A Tray entrou como suporte estratégico para profissionalizar os bastidores do negócio.

A plataforma deu autonomia à equipe para gerenciar catálogo, promoções, estoque e pedidos com mais agilidade, além de oferecer integração com diversos meios de pagamento e logística eficiente.

Hoje, a Petrizi Makeup é mais do que uma loja virtual: é uma comunidade engajada que cresce a cada lançamento.

Por trás dessa expansão, está uma base tecnológica preparada para escalar, como acontece com diversas marcas que utilizam a Tray para crescer no digital.

Petrizi Makeup

O que todas essas marcas têm em comum? Todas essas marcas mostram como uma plataforma estruturada pode apoiar diferentes fases de crescimento no e-commerce.

O e-commerce evoluiu muito nos últimos anos e deixou de ser uma alternativa para se tornar um dos principais modelos de venda do varejo.

Independentemente do porte da empresa, investir em uma loja virtual significa ampliar o alcance da marca, criar novas oportunidades de venda e construir um negócio preparado para crescer.

Se você pretende começar da forma certa, escolher uma plataforma completa desde o início pode evitar limitações no futuro.

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Perguntas frequentes

O que é e-commerce?

E-commerce, ou comércio eletrônico, é o modelo de venda de produtos ou serviços pela internet. As compras podem ser realizadas por meio de lojas virtuais, marketplaces, aplicativos ou outros canais digitais, permitindo que empresas vendam online e consumidores comprem sem sair de casa.

Um e-commerce funciona como uma loja virtual. O consumidor acessa o site, escolhe os produtos, adiciona ao carrinho, realiza o pagamento e acompanha a entrega. Já o lojista gerencia o catálogo, recebe os pedidos, processa os pagamentos, organiza o envio e presta atendimento ao cliente por meio de uma plataforma de e-commerce.

O e-commerce é uma loja virtual própria, onde a empresa controla a marca, os preços, a experiência do cliente e os dados das vendas. Já o marketplace é uma plataforma que reúne diversos vendedores em um único ambiente, como Mercado Livre, Amazon e Shopee, oferecendo maior alcance, mas com regras e comissões definidas pela plataforma.

O investimento varia conforme a estrutura do negócio. É possível começar com plataformas que oferecem planos a partir de cerca de R$ 20 por mês, além de custos com domínio, marketing, meios de pagamento e, quando necessário, estoque e logística. O valor final depende do porte da operação e dos recursos utilizados.

Não obrigatoriamente. Algumas plataformas e marketplaces permitem que pessoas físicas com CPF iniciem as vendas. No entanto, ter um CNPJ facilita a emissão de notas fiscais, amplia o acesso a fornecedores, meios de pagamento e benefícios fiscais, além de transmitir mais credibilidade ao consumidor.

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