Múltiplos canais de vendas: como integrar estratégias e crescer no e-commerce?

Os melhores canais de vendas para investir são: Loja Própria, Redes sociais, Marketplaces, Whatsapp, E-mail Marketing e Live Commerce. Vender em múltiplos canais funciona pois hoje em dia o cliente não segue um único caminho quando decide comprar. Ele pesquisa no Google, observa no Instagram, compara no marketplace e conclui o pedido pelo WhatsApp por exemplo.

Principais tópicos

O consumidor atual não segue um único caminho quando decide comprar. Ele pesquisa no Google, observa no Instagram, compara no marketplace e conclui o pedido pelo WhatsApp.

Estar presente em apenas um desses pontos significa perder espaço para quem já entendeu a força dos múltiplos canais de vendas.

As empresas que mais cresceram nos últimos anos foram justamente aquelas que criaram estratégias para atuar em diferentes frentes.

Elas somaram loja virtual, marketplaces e redes sociais em um mesmo planejamento, alcançando pessoas em momentos distintos da jornada de compra e conquistando mais visibilidade para a marca.

O cenário mostra que diversificar não é mais opção, mas sim um caminho para evoluir.

Nos próximos tópicos, você vai descobrir como estruturar uma operação multicanal para o seu e-commerce e como aplicar essa prática de forma organizada no seu negócio.

Continue a leitura e veja como transformar essa estratégia em resultado real.

O que são múltiplos canais de vendas?

Canais de vendas são os lugares onde a compra realmente acontece.

Pode ser a loja virtual, um marketplace, redes sociais ou até mesmo um aplicativo. Em todos esses pontos, o cliente encontra o produto, avalia a oferta e conclui a transação.

Quando falamos em venda multicanal, tratamos da presença da marca em mais de um desses espaços. O objetivo é atuar de forma coordenada para ampliar o alcance e atender diferentes perfis de consumidores.

Nesse modelo, o cliente pode ter contato com a empresa em canais distintos, mas ainda percebe uma comunicação organizada e coerente.

Já o conceito de omnichannel vai além. Nesse caso, a experiência é totalmente integrada.

O consumidor pode comprar no site e retirar na loja física, trocar em outro ponto de contato ou até mesmo interagir pelo aplicativo e receber suporte em redes sociais.

Tudo acontece sem barreiras entre os canais, como se fosse uma extensão natural do relacionamento com a marca.

Por que aplicar uma estratégia multicanal?

Vamos direto ao ponto: usar múltiplos canais de vendas abre portas importantes para o seu negócio. A seguir, veja os ganhos que você pode alcançar ao estruturar essa abordagem de modo consciente.

Amplia o alcance da marca

Quando sua marca está presente em múltiplos canais, você aparece para diferentes tipos de público.

Alguns consumidores preferem comprar direto no site, outros querem a facilidade de um marketplace ou consultar nas redes sociais antes de fechar.

A presença em mais de um canal permite alcançar quem ainda não conhece seu negócio ou está procurando por alternativas. Esse alcance maior leva a mais visitas, mais interesse e, eventualmente, mais vendas.

Reduz dependência de um único canal

Se você atua apenas em um canal de vendas, qualquer problema nesse canal como queda de tráfego, mudança de algoritmo ou aumento de taxas acende um sinal vermelho.

Quando o negócio está espalhado por vários canais, ele fica menos vulnerável. Logo, uma queda em um canal pode ser compensada por outro. Esse grau de segurança ajuda você a planejar e investir com mais confiança.

Aumenta o faturamento médio e o ticket por cliente

Quando o cliente encontra você em mais de um canal, ele tende a gastar mais.

Por exemplo: ele pesquisa no Instagram, vai ao marketplace, encontra um produto similar no site com acessórios e adquire mais itens.

Essa jornada estendida gera um ticket médio maior.

Além disso, múltiplos canais permitem oferecer pacotes, complementos ou serviços que aproveitam a interação em diferentes pontos resultando em mais faturamento por cliente.

Melhora a experiência e a fidelização

Quando o cliente interage com sua marca em canais diversos e percebe consistência na mensagem, nos produtos, no processo de compra e no pós-venda, ele confia mais. E confiança gera fidelização.

Uma boa experiência do cliente conduz a repetir compra, recomendar para alguém ou até seguir suas redes. A fidelização é um ganho real porque reduz custo de aquisição e aumenta recorrência.

Garante presença na jornada de compra completa

Hoje o consumidor não segue uma linha reta: ele descobre o produto, avalia em redes sociais, compara em marketplace, finaliza no site e depois reavalia para compra futura.

Quando você está apenas em um canal, perde momentos importantes dessa jornada.

Utilizando múltiplos canais, você aparece no momento da descoberta, está presente na avaliação, facilita a compra e acompanha a recompra.

Essa cobertura completa eleva a chance de conversão e reduz o risco de perder o cliente para a concorrência.

Segundo pesquisa da ABComm, 73% dos consumidores utilizam múltiplos canais na jornada de compra, combinando televisão, blogs, redes sociais e sites de marcas.

Esse comportamento mostra que estar presente em diferentes frentes não é mais diferencial, mas sim uma prática que acompanha a forma como o público já consome.

Como integrar múltiplos canais de vendas?

Integrar diferentes canais de vendas é o que separa uma operação organizada de um negócio que vive apagando incêndios.

Quando cada canal funciona isolado, o risco de erro cresce: estoque vendido duas vezes, promoções incoerentes e clientes perdidos pelo caminho.

Uma integração bem feita conecta tecnologia e estratégia para que a experiência seja clara tanto para quem vende quanto para quem compra. Veja, na prática, como funciona essa integração!

Estoque unificado

Sem estoque centralizado, é comum vender um produto no marketplace e descobrir que ele já foi comprado na loja virtual. Essa falha gera cancelamentos, aumenta reclamações e pode afastar clientes.

Assim, ao um sistema único, todas as movimentações ficam registradas e atualizadas em tempo real.

Isso garante previsibilidade para o lojista, que sabe exatamente o que pode oferecer, e confere segurança ao cliente, que encontra informações corretas no momento da compra.

Gestão centralizada de pedidos

Concentrar todos os pedidos em um painel único reduz o tempo gasto com tarefas manuais e evita que etapas se percam. Essa visão integrada facilita desde a separação de mercadorias até a conferência de entregas.

Além disso, permite identificar atrasos e corrigir rapidamente o processo.

Um lojista que acompanha pedidos em sistemas separados precisa de muito esforço para consolidar informações, enquanto a gestão centralizada oferece essa clareza em tempo real.

Preços e promoções sincronizados

Manter preços iguais em todos os canais evita ruídos de comunicação e protege a margem de lucro.

Caso o cliente veja uma promoção no marketplace, mas não encontra o mesmo desconto no site da loja, a credibilidade da marca é colocada em dúvida.

Já quando os valores estão sincronizados, o consumidor confia na proposta e percebe consistência.

Essa prática também simplifica a administração, já que campanhas podem ser programadas para entrar e sair de todos os canais ao mesmo tempo.

Comunicação e atendimento integrados

A experiência do cliente depende de uma conversa contínua. Sem integração, cada contato vira um recomeço: o consumidor explica o problema várias vezes e sente que não é ouvido.

Com sistemas conectados, o histórico fica disponível em todos os canais, permitindo que qualquer atendente acompanhe a conversa de onde ela parou.

Esse processo reduz atrito e fortalece o relacionamento, pois o cliente sente que sua jornada é respeitada.

Relatórios e métricas por canal

Entender onde o lucro vem é tão importante quanto vender.

Relatórios consolidados mostram quais canais geram mais receita, quais têm maior custo de aquisição e onde o ticket médio é mais alto.

Essa análise ajuda a decidir se vale intensificar investimentos em um marketplace ou reforçar a divulgação nas redes sociais.

Métricas centralizadas também permitem comparar períodos e avaliar se campanhas sazonais realmente trouxeram retorno.

Integrar múltiplos canais exige ferramentas que conectem todos esses pontos.

Plataformas como a Tray, ERP e soluções de automação de marketing oferecem recursos que unem estoque, pedidos, preços, comunicação e métricas em uma única operação.

Maiores canais de vendas da atualidade

Escolher os canais de vendas não deve ser feito no impulso. Cada negócio tem características próprias, como valor médio do pedido, perfil do cliente e frequência de recompra.

Pensando nisso, preparamos abaixo um mini-guia que ajuda a entender qual canal combina mais com o que você vende. Continue lendo!

Loja própria

Depender apenas de marketplaces ou redes sociais pode até parecer prático no começo, mas é como construir um negócio em terreno alugado: as regras, as taxas e até o alcance do seu público estão nas mãos de outras plataformas.

E a qualquer momento, se um algoritmo muda suas vendas caem pela metade.

Ter sua própria loja online muda completamente esse jogo. É o ponto em que o seu negócio deixa de ser apenas “mais um vendedor” e passa a ser uma marca de verdade, com identidade, controle e liberdade.

As maiores vantagens são:

Você é dono do seu público

Em uma loja própria, os clientes são seus e não do marketplace.

Isso significa que você pode construir um relacionamento direto, criar campanhas personalizadas, enviar e-mails, oferecer benefícios e fidelizar quem já comprou.

No marketplace, o cliente compra, mas não lembra quem vendeu. Na sua loja, ele reconhece sua marca e se fideliza.

Margem de lucro maior

As comissões cobradas pelos marketplaces chegam a até 20% ou mais por venda, fora as taxas extras de anúncio.

Com uma loja própria, você vende pelo mesmo preço e lucra mais, porque paga apenas os custos da sua operação e da plataforma que são fixos e previsíveis.

Liberdade para vender do seu jeito

Em marketplaces e redes sociais, você precisa seguir regras rígidas.

Já em uma loja própria, é você quem decide como mostrar seus produtos, quais promoções criar e qual experiência quer oferecer.

Pode montar vitrines temáticas, fazer combos, usar vídeos, depoimentos e tudo o que fortalece o desejo de compra.

Sua marca cresce e se valoriza

Enquanto o marketplace constrói a própria reputação, a sua marca passa despercebida.

Com um site próprio, você cria autoridade, aparece no Google, é encontrado por novos clientes e aumenta a confiança do público.

A longo prazo, isso vale muito mais do que qualquer comissão economizada é patrimônio digital da sua empresa.

Vende em vários canais, mas com um só centro de controle

Ter loja própria não significa abandonar as redes ou marketplaces.

Na verdade, ela é a base que conecta tudo: Instagram, WhatsApp, Google, Mercado Livre… tudo centralizado em um único painel.

É assim que você tem visão total dos pedidos, do estoque e das vendas — sem depender de plataformas externas.

E por que escolher a Tray para investir nesse sonho?

A Tray é hoje uma das plataformas de e-commerce mais completas do Brasil, feita para quem quer começar do zero ou escalar um negócio que já vende bem.

Você cria sua loja em minutos, com design profissional e versão responsiva para celular.

Tem integração direta com Instagram Shopping, TikTok Shop, Mercado Livre, Amazon, Shopee e dezenas de apps.

Pode oferecer Pix automático, parcelamento no cartão, pagamentos recorrentes e checkout transparente com o Tray Pagamentos.

Além de tudo isso, a Tray é uma plataforma da LWSA, o maior ecossistema de e-commerce da América Latina o que garante segurança, inovação constante e tecnologia de ponta para o seu negócio crescer.

Se você quer dar esse passo com segurança, crie sua loja hoje mesmo na Tray e comece a vender do seu jeito com liberdade, controle e muito mais lucro.

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Criar a minha loja virtual na Tray

Redes sociais

Já as redes sociais funcionam como vitrine e ajudam a criar autoridade com conteúdo, interação e anúncios direcionados. Essa combinação fortalece a percepção de marca e incentiva compras mais planejadas.

Produtos que chamam atenção pelo design ou pelo impacto visual ganham força em canais baseados em imagem e vídeo.

O Instagram Shopping e o TikTok Shop, por exemplo, permitem mostrar o uso do produto em situações reais, estimulando o desejo de compra.

O formato de vídeo curto, em especial, cria conexão rápida e aumenta as chances de viralizar. Para marcas que dependem do apelo visual, esses canais se tornam fundamentais.

Marketplaces

Itens de giro rápido encontram nos marketplaces um espaço natural para crescer. O grande fluxo de visitantes aumenta as chances de vendas diárias e compensa a margem menor.

Estar presente em plataformas como Mercado Livre, Amazon ou Shopee ajuda a alcançar clientes que já estão prontos para comprar.

É uma forma prática de ampliar a presença sem precisar investir pesado em tráfego próprio.

Loja física

Mesmo em um cenário digital, a loja física segue com papel estratégico.

Ela funciona como ponto de experiência e confiança, especialmente quando integrada à operação online.

A combinação de loja física com e-commerce permite oferecer serviços como click & collect, em que o cliente compra online e retira no local.

Outro ponto importante é o suporte presencial, que ajuda a resolver dúvidas e reforça a credibilidade da marca. Quando físico e digital trabalham juntos, o consumidor enxerga apenas uma empresa, não canais separados.

WhatsApp e e-mail marketing

Negócios que vendem produtos de consumo recorrente, como alimentos, cosméticos ou itens de higiene, podem explorar canais de comunicação direta.

O WhatsApp permite contato rápido, envio de catálogos e lembretes personalizados.

Já o e-mail marketing ajuda a manter a recorrência, com campanhas de recompra programadas e segmentadas. A junção dos dois canais mantém o cliente ativo e aumenta o ciclo de vida da relação.

Scripts de vendas Modelos de mensagens persuasivas para E-mail e Whatsapp

Apps de entrega e marketplaces locais

Empresas que atendem regiões específicas, como restaurantes, padarias e lojas de conveniência, encontram nos aplicativos de entrega e nos marketplaces locais um caminho estratégico.

Esses canais reduzem a barreira da distância, oferecem praticidade ao consumidor e aproximam o negócio da comunidade.

Essa escolha também facilita promoções segmentadas por região e amplia a base de clientes na área de atuação.

Quais são os erros mais comuns na estratégia multicanal?

Como demonstramos ao longo desta leitura, entrar em múltiplos canais pode aumentar (e muito!) as suas vendas, mas também pode trazer problemas sérios quando não há planejamento.

Muitos lojistas acreditam que basta abrir presença em todos os lugares ao mesmo tempo, mas descobrem que a operação não suporta essa decisão.

Conhecer os erros mais comuns é o primeiro passo para construir uma estratégia multicanal sólida. Então, continue lendo!

Entrar em todos os canais sem estrutura

Estar em vários canais sem ter processos organizados pode causar mais prejuízos do que benefícios.

Sem equipe preparada, tecnologia integrada e logística alinhada, o negócio corre o risco de atrasar pedidos e perder clientes.

Um bom caminho é começar pelos canais onde seu público já está mais presente e expandir à medida que a operação ganha força.

Dessa forma, cada novo canal entra em um momento em que o negócio já consegue absorver a demanda.

Não integrar estoque e preços

Quando estoque e preços não estão sincronizados, os problemas aparecem rápido. Imagine vender o último item em um marketplace e, logo depois, um cliente comprar o mesmo produto na loja virtual.

A frustração de ter que cancelar a compra prejudica a relação. Já com preços, a incoerência gera desconfiança, porque o cliente pode se sentir enganado ao ver valores diferentes em canais distintos.

A integração resolve esses pontos por completo. Tecnologias que favorecem esses processos integrados trazem mais clareza, tanto para quem vende, quanto para quem compra.

Ignorar análise de desempenho

Abrir novos canais sem medir os resultados é caminhar sem mapa.

Cada canal tem custos e retorno diferentes, e só acompanhando indicadores como ticket médio, margem e frequência de compra é possível entender se ele realmente vale a pena.

Ignorar essa análise pode levar o lojista a manter canais que consomem recursos sem trazer retorno. Já com relatórios bem acompanhados, fica claro onde investir mais e onde cortar esforços.

Oferecer atendimento desigual entre canais

O cliente espera ser tratado do mesmo jeito em qualquer ponto de contato.

Quando a experiência varia, o relacionamento perde consistência. Um atendimento rápido no WhatsApp e demorado no marketplace, por exemplo, gera sensação de descuido.

Com ferramentas que centralizam o histórico de interações, a equipe consegue manter um padrão de comunicação e resolver problemas sem que o cliente precise repetir a história várias vezes.

Não criar uma estratégia de fidelização própria

Muitos lojistas se apoiam apenas em marketplaces para vender, mas não constroem uma base própria de relacionamento.

O risco é ficar dependente de taxas, mudanças de regras e até da concorrência dentro da plataforma.

Portanto, ao estratégias de fidelização, como programas de pontos, cupons exclusivos e campanhas em canais diretos, a empresa fortalece a própria marca.

Essa autonomia ajuda a transformar vendas únicas em relacionamentos duradouros.

Quais são as tendências de canais para os próximos anos?

O mercado digital muda em alta velocidade, e os canais de vendas também acompanham esse movimento. Principalmente, para não ficar para trás e acabar perdendo espaço no mercado.

Quem atua com e-commerce precisa observar de perto o que já está em crescimento e o que deve ganhar força nos próximos anos. A seguir, veja algumas tendências que merecem atenção.

Social Commerce

As redes sociais se transformaram em verdadeiras vitrines de produtos. O cliente não só descobre marcas por meio de posts e anúncios, como também finaliza a compra dentro da própria plataforma.

Funcionalidades como Instagram Shopping, TikTok Shop e Pinterest Shopping mostram como o social commerce deve seguir crescendo, já que une inspiração, engajamento e conversão em um mesmo ambiente.

Live Commerce

As transmissões ao vivo com venda em tempo real conquistaram força no mercado asiático e começam a ganhar espaço no Brasil. Nesse modelo, o consumidor assiste à apresentação do produto, tira dúvidas no chat e compra imediatamente.

A dinâmica gera urgência, aproxima a marca do público e ainda cria uma experiência interativa. Para quem vende online, explorar o live commerce pode se tornar um diferencial competitivo.

como vender através Live Shop

IA e personalização

A inteligência artificial vem ajudando as empresas a oferecer recomendações personalizadas com base no perfil de cada cliente. Isso significa mostrar produtos no momento certo e aumentar as chances de conversão.

Plataformas já utilizam IA para sugerir ofertas, criar campanhas segmentadas e prever comportamento de compra. A tendência é que a personalização ganhe cada vez mais espaço na estratégia multicanal.

Experiência unificada

O cliente deseja ter liberdade para escolher como e onde concluir a compra.

A integração entre loja física e online, com práticas como “clique e retire”, QR codes que direcionam para o catálogo digital e sistemas de pagamento conectados, tende a se tornar padrão.

Esse movimento reforça a ideia de que não existe separação entre online e offline, mas sim uma experiência única.

Superapps

Outro caminho em ascensão é a centralização de serviços em um único ecossistema. Os superapps concentram compras, pagamentos, entregas e até atendimento ao cliente.

Esse modelo simplifica a vida do consumidor, que resolve várias etapas sem sair de um aplicativo. Para as marcas, significa presença em um ambiente onde o cliente já está acostumado a interagir.

Como medir o sucesso da sua estratégia multicanal?

Saber se a estratégia multicanal está funcionando exige acompanhamento constante.

Não basta estar em diferentes canais: é preciso medir resultados, entender o comportamento do cliente e ajustar sempre que necessário. Veja os principais indicadores que ajudam a avaliar esse desempenho.

Taxa de conversão por canal

A taxa de conversão mostra quantos visitantes realmente compraram. Ao observar esse número em cada canal, você descobre onde a comunicação funciona melhor e onde precisa melhorar.

Se a loja virtual converte mais que o marketplace, por exemplo, pode valer a pena investir em tráfego pago para atrair clientes diretamente.

Essa análise evita decisões baseadas em achismo e direciona o investimento para onde o retorno é maior.

Custo de aquisição de cliente (CAC)

Esse indicador revela quanto custa trazer cada novo cliente. Ele inclui gastos com anúncios, comissões e até ferramentas usadas. Um CAC muito alto pode indicar que o canal não compensa financeiramente.

Já quando o custo se mantém abaixo da margem de lucro, a operação se sustenta. Medir o CAC por canal ajuda a decidir onde intensificar campanhas e onde reduzir esforços.

Ticket médio e margem líquida

O ticket médio mostra o valor médio de cada pedido. Já a margem líquida indica o quanto sobra de lucro após custos e despesas. A combinação desses dois dados ajuda a entender se o negócio cresce de forma saudável.

Um canal pode ter ticket médio menor, mas margem mais alta. Outro pode ter vendas maiores, mas lucro reduzido. Comparar esses números mostra quais canais sustentam o crescimento no longo prazo.

Taxa de recompra

A recompra é um termômetro da satisfação do cliente. Quando a taxa é alta, significa que a experiência foi positiva e que há potencial de fidelização.

Medir a frequência de retorno por canal mostra quais frentes conseguem manter o cliente ativo.

Isso ajuda a planejar ações de retenção, como campanhas de e-mail marketing ou promoções exclusivas para quem já comprou.

ROI por canal de origem

O retorno sobre investimento (ROI) é o indicador final de sucesso. Ele mostra quanto cada real investido em determinado canal trouxe de volta em vendas.

Calcular o ROI por canal revela onde estão as maiores oportunidades de lucro. Com esse dado, o lojista pode priorizar os canais que entregam melhor desempenho e reavaliar os que não trazem retorno satisfatório.

Por fim, é importante ter em mente que o consumidor atual não separa mais os canais: ele simplesmente quer praticidade e confiança.

Marcas que estruturam sua operação em múltiplos canais de vendas conseguem atender esse comportamento, oferecendo experiência fluida e integrada em cada ponto de contato.

Com a Tray, você integra loja virtual, marketplaces e redes sociais em um só painel, simplificando a gestão e ampliando seus resultados.

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